Segunda-feira, Setembro 03, 2007

Para mim,

o quarto é o espelho da alma.

Estando desarrumado e sujo, como está agora,
demonstra como,
a minha alma vai num turbilhão!

Segunda-feira, Agosto 27, 2007

Rabbit Proof Fence

The Corpse Bride

Coffee and Cigarettes

Terça-feira, Agosto 21, 2007

OPEN > READ

Parece uma piada

According to the latest estimates from the US Geological Survey, the North Pole region holds about a quarter of the world's oil reserves. As global warming continues to melt polar ice, access to the oil reserves should get easier.

source: http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/6950517.stm

Sexta-feira, Agosto 17, 2007

O que os Olhos não vêem...

o Coração não sente.

Segunda-feira, Agosto 13, 2007

Jacques - Brel NE ME QUITTE PAS - 1959

Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheur
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

Moi je t'offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te raconterai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

On a vu souvent
Rejaillir le feu
D'un ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

Sexta-feira, Agosto 10, 2007

Napoleon Dynamite-Dance

Dance!

Pedro gives speech

If you vote for me, all of your wildest dreams will come true.

Terça-feira, Julho 31, 2007

Animal Farm








Jane Birkin - Blow Up

Michelangelo Antonioni (1912-2007)

Segunda-feira, Julho 30, 2007

Ingmar Bergman - Saraband



Ingmar Bergman (1918-2007)

Quinta-feira, Julho 26, 2007

Wendy

mini libi

Terça-feira, Julho 24, 2007

Eu e Wien

Wien

Segunda-feira, Julho 23, 2007

podres estavam os pêssegos esquecidos. A mensagem chegou da forma mais cruel

Quinta-feira, Abril 05, 2007

Casa velha

Um não lugar

Parrrri

Atenção


A religião prejudica a sua saúde e a dos que o rodeiam, porfavor não comece.

Etiquetas:

Sábado, Dezembro 23, 2006

PC

Se foi apenas um momento de luz, como a explosão de uma estrela, então não vai encontrar nada quando voltar. Mas terá visto uma explosão de luz. E só isto já valeu a pena.

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

Quantas capitais há no mundo!

Afghanistan - Kabul
Albania - Tirane
Algeria - Algiers
Andorra - Andorra la Vella
Angola - Luanda
Antigua and Barbuda - Saint John's
Argentina - Buenos Aires
Armenia - Yerevan
Australia - Canberra
Austria - Vienna
Azerbaijan - Baku
The Bahamas - Nassau
Bahrain - Manama
Bangladesh - Dhaka
Barbados - Bridgetown
Belarus - Minsk
Belgium - Brussels
Belize - Belmopan
Benin - Porto-Novo
Bhutan - Thimphu
Bolivia - La Paz (administrative) Sucre (judicial)
Bosnia and Herzegovina - Sarajevo
Botswana - Gaborone
Brazil - Brasilia
Brunei - Bandar Seri Begawan
Bulgaria - Sofia
Burkina Faso - Ouagadougou
Burundi - Bujumbura
Cambodia - Phnom Penh
Cameroon - Yaounde
Canada - Ottawa
Cape Verde - Praia
Central African Republic - Bangui
Chad - N'Djamena
Chile - Santiago
China - Beijing
Colombia - Bogota
Comoros - Moroni
Congo, Republic of the - Brazzaville
Congo, Democratic Republic of the - Kinshasa
Costa Rica - San Jose
Cote d'Ivoire - Yamoussoukro (official) Abidjan (de facto)
Croatia - Zagreb
Cuba - Havana
Cyprus - Nicosia
Czech Republic - Prague
Denmark - Copenhagen
Djibouti - Djibouti
Dominica - Roseau
Dominican Republic - Santo Domingo
East Timor - Dili
Ecuador - Quito
Egypt - Cairo
El Salvador - San Salvador
Equatorial Guinea - Malabo
Eritrea - Asmara
Estonia - Tallinn
Ethiopia - Addis Ababa
Fiji - Suva
Finland - Helsinki
France - Paris
Gabon - Libreville
The Gambia - Banjul
Georgia - Tbilisi
Germany - Berlin
Ghana - Accra
Greece - Athens
Grenada - Saint George's
Guatemala - Guatemala City
Guinea - Conakry
Guinea-Bissau - Bissau
Guyana - Georgetown
Haiti - Port-au-Prince
Honduras - Tegucigalpa
Hungary - Budapest
Iceland - Reykjavik
India - New Delhi
Indonesia - Jakarta
Iran - Tehran
Iraq - Baghdad
Ireland - Dublin
Israel - Jerusalem
Italy - Rome
Jamaica - Kingston
Japan - Tokyo
Jordan - Amman
Kazakhstan - Astana
Kenya - Nairobi
Kiribati - Tarawa
Korea, North - Pyongyang
Korea, South - Seoul
Kuwait - Kuwait City
Kyrgyzstan - Bishkek
Laos - Vientiane
Latvia - Riga
Lebanon - Beirut
Lesotho - Maseru
Liberia - Monrovia
Libya - Tripoli
Liechtenstein - Vaduz
Lithuania - Vilnius
Luxembourg - Luxembourg
Macedonia - Skopje
Madagascar - Antananarivo
Malawi - Lilongwe
Malaysia - Kuala Lumpur
Maldives - Male
Mali - Bamako
Malta - Valletta
Marshall Islands - Majuro
Mauritania - Nouakchott
Mauritius - Port Louis
Mexico - Mexico City
Federated States of Micronesia - Palikir
Moldova - Chisinau
Monaco - Monaco
Mongolia - Ulaanbaatar
Montenegro - Podgorica
Morocco - Rabat
Mozambique - Maputo
Myanmar (Burma) - Rangoon but moving to Pyinmana
Namibia - Windhoek
Nauru - no official capital; government offices in Yaren District
Nepal - Kathmandu
Netherlands - Amsterdam
New Zealand - Wellington
Nicaragua - Managua
Niger - Niamey
Nigeria - Abuja
Norway - Oslo
Oman - Muscat
Pakistan - Islamabad
Palau - Koror
Panama - Panama City
Papua New Guinea - Port Moresby
Paraguay - Asuncion
Peru - Lima
Philippines - Manila
Poland - Warsaw
Portugal - Lisbon
Qatar - Doha
Romania - Bucharest
Russia - Moscow
Rwanda - Kigali
Saint Kitts and Nevis - Basseterre
Saint Lucia - Castries
Saint Vincent and the Grenadines - Kingstown
Samoa - Apia
San Marino - San Marino
Sao Tome and Principe - Sao Tome
Saudi Arabia - Riyadh
Senegal - Dakar
Serbia - Belgrade
Seychelles - Victoria
Sierra Leone - Freetown
Singapore - Singapore
Slovakia - Bratislava
Slovenia - Ljubljana
Solomon Islands - Honiara
Somalia - Mogadishu
South Africa - Pretoria (administrative) Cape Town (legislative) Bloemfontein (judiciary)
Spain - Madrid
Sri Lanka - Colombo
Sudan - Khartoum
Suriname - Paramaribo
Swaziland - Mbabana
Sweden - Stockholm
Switzerland - Bern
Syria - Damascus
Tajikistan - Dushanbe
Tanzania - Dar es Salaam
Thailand - Bangkok
Togo - Lome
Tonga - Nuku'alofa
Trinidad and Tobago - Port-of-Spain
Tunisia - Tunis
Turkey - Ankara
Turkmenistan - Ashgabat
Tuvalu - Funafuti
Uganda - Kampala
Ukraine - Kyiv
United Arab Emirates - Abu Dhabi
United Kingdom - London
United States - Washington D.C.
Uruguay - Montevideo
Uzbekistan - Tashkent
Vanuatu - Port-Vila
Vatican City (Holy See) - Vatican City
Venezuela - Caracas
Vietnam - Hanoi
Yemen - Sanaa
Zambia - Lusaka
Zimbabwe - Harare

Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

Berna! Outono! Lago de Como!

Outono!

Berna!

Todos os males vêm por bem
Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.

Mein Mitbewohner

Mein neuer Mitbewohner ab Mitte Dezember ist
Herr Joao Almeida. Er studiert für zwei Semester an der Uni Bern
Volkswirtschaft und wird bis Ende Juli 2007 hier sein.

Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

cortei a barba

qd n penso

sinto-me bem onde estou

. Algures . onde . não me sei me encontrar .

Quando saberei o que quero? quando saberei onde me sinto? bem?! Físico, psicológico, objectivos? qual é o critério? O pior faz bem. O (des)confortável faz bem, espevita, acorda. O querer conhecer também, um pouco. Não tanto pela descoberta, mas pelo encontro. Encontro-me em várias estradas e não sei por qual delas seguir. Nem sequer para onde ir. Nem com quem. Custa mas faz bem. É bom quando se sofre, quando me questiono. Mesmo neste triste chão gelado encontramos a felicidade. Encontrar paredes brancas é sempre bom. Preencher, limpar, pintar e mudar de pareces também, é como mudar de roupa. Ou mesmo comprar nova. à descoberta. Mas onde estarei eu depois? Não quero a solidão, ninguém quer. Não quero sentir que as raízes fracas se arrancam com o vento. Gosto de fazer bem, fazer sentir bem, dar de mim às pessoas, e receber de tudo isto em troca. Não me perguntem prioridades, embora pense que o primeiro passo saiba sempre bem. Embora às vezes quando se recebe o segundo a chegar possa ser recíproco.
Distância, incompreensão.
Ler olhos. descobrir almas. algumas estão escondidas, mas têm sempre o rabo de fora. Ninguém é de pedra. Quero chegar perto... por favor. Posso espreitar?
Diferença é aproximação. Diferença é o que eu sinto e o que me atrai. Diferença que por vezes é mesmo encontro (parecença). Porque o será? Porque o procurei/porque o fiz assim ou por casualidade?
A sorte está destinada? Tenho um fado sortudo? alegremente sortudo digo.
A Saudade acalma-me a inexistência de familiaridade, contudo também me agarra, mas só(?) faltam os dedos das mãos. Persistentes e nervosos.
Sinto a estranheza da volta. A dúvida do ter a resposta à pergunta, mas que não quero descobrir. Quero que seja leve, gradual, natural. Mas por agora só quero é ficar onde os meus sonhos estão. Se me lembrar amanhã digo por onde andei. Os sonhos são dicas/sinais para la giornata, ogni volta che ci alziamo.

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

noite

ALI ZARRIN

Made You Mine, America

No more apologizing
for my lifestyle
the inadequacy
of not being
normal wage-earner
not saluting punch-clocks
or office protocol

rejecting eight-days-a-week
twelve-hour-work-day
three part-time jobs
layoffs and buy-outs
abandonment of towns and their people
three generations of arthritic arms
carpal-tunneled hands
and cancerous lungs

borrowed living on freeways
of maxed-out credit
lines and late payments--
the nightmare
of usury
America
in the poems of Walt Whitman
Langston Hughes
Allen Ginsberg
the songs of Woody Guthrie
and Joan Baez
I made you mine
by
rushing to you
at night and daybreak
by air and water--
on the land
getting a social security number
in the year nineteen hundred seventy
working the grave
yard shift for ITT
a teenager four levels below the ground
a cashier in a three by eight booth
under the Denver Hilton Hotel
sheltering derelicts
who slept on beds
of cardboard and newspaper
pillows of shoes
my young body luring
late night prostitutes and transvestites
hip to my accent
the midnight thief
pouring mace in my eyes
escaping
up the long ramp

Making friends with the ancient natives
the purple gray afternoon
in the mud house of a Taos poet
reading poems
as the rain leaking from the roof
beat a tin pail
and feeling at home
when stars over the Rockies'
tumultuous night sky
swallowed me

Driving a Yellow Cab
in Five Points the night
a driver was stabbed seventy times
and beheaded in an alley

passing through barbed wires
and waiting for hours in the INS lobbies
facing grouchy secretaries
overwhelmed by the languages
they can't speak and accents
they can't enjoy
becoming naturalized
in the year of bicentennial celebration

the migration of my parents
to your welfare state
of millions living
in tenement housing
reeking with the smell of urine
and cheap liquor

traveling
the US of A
as large as Whitman's green mind
white beard and red heart
from the Deadman's Pass rest area
on the old Oregon Trail
to the Scenic Overlook at Dixie line Maryland
from White Spot--Albuquerque
to Cafe Rose--Arlington
from Gate's Rubber Factory--Denver
to AC Rochester--Flint
from Boulder High School
to the University of Washington

from Mountain Home--Idaho
to Rockford--Illinois
as large as Mark Twain's
laughter and irony
tear-drop by tear-drop
from YMCA's casket-size single rooms
in Brooklyn
Chicago
San Francisco
to Denver's Colonial Hotel
corner of 15th and California
the home of old men
and women subsisting on
three hundred sixty four dollar
social security checks

my sister
marrying a Vietnam war veteran
an orphan of WWII
whose German mother did not reveal
his American soldier father
gave him up for adoption
to Russian parents
who raised him in Venezuela

waiting on
Denver oilmen in the Petroleum Club
nights of jazz at Ilchepultepek
the Larimer of the past
where Arapahoes lived in their
tepees and now sleep
on the sidewalks
with battered lips
and broken heads
going door to door on Madison Ave
Seattle
selling death insurance for American
National
servicing houses of bare minimum--
a TV and a couch
drunken men and women
lonely ailing old African
women making quilts
selling each
for fifty dollars
marrying a teacher
a third generation auto worker
whose parents shared crops
in Caraway, Arkansas
fathering two tender boys
born in America
with their blue and brown eyes
half origins
of Asiatic Caucasianness
substituting
for teachers
babysitting bored Middle School
children
driving them
home in a school bus
teaching your youth
to write English
and speak Persian

loving
your children
daughters
sons
mothers
fathers
grandmothers
and grandfathers

hating your aggression
you aligned yourself with the worst
of my kind
exiled my George Washington--
Dr. Mohammad Mosaddeq--
helped Saddam bomb my birthplace
destroy the school of my childhood
his soldiers swarming the hills of Charzebar
where as a child I hunted
with my grandfather
sold arms to warmongers
who waged battles on grounds
that my great-grandfather made
fifteen pilgrimages on foot
to Karbala

now laying claim
to your Bill of Rights
and Declaration of Independence.

I came to you
not a prince
who had lost his future
throne
not a thief finding
a cover in the multitude
of your metropolis

hiding behind your volumes
of law
not a merchant dreaming of
exploiting
your open markets
not a smuggler
seeking riches overnight
but a green-horn seventeen-year-old
with four hundred dollars
collected
after dad sold his prized Breda
and mom some of her wedding jewelry
with a suitcase of clothes
and books--

Ferdowsi
Baba Taher
Khayyam
Rumi
Hafez
Shakespeare
Nima
Forugh
and a small Koran--
my grandmother's gift
not to conquer
Wall Street
Broadway
or Hollywood
I came to you to study
to learn
and I learned
you can't deny me parenthood
I lost my grandparents
while roaming your streets

travelling across your vast emptiness
you can't turn me down
I gave you my youth
walking and driving Colfax nights long
I came with hate
but now
I love you
America

Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

Boi suíço

se estivesse em Portugal era surfista e mandava ali pelos lados de Cascais.

Amanhã, ao fim da tarde


junto à ponte.

Palma, Jorge

Desta vez vou construir uma cama de espuma
adequada á função de voar
com limpa pára-nuvens
mesmo á altura do teu olhar

Se for preciso umpára-quedas arranjam-se uns milagres em bom estado
prontos a usar
se achares que não valeu a pena,
aí lamento
mas não posso mesmo concordar

O boletim meteorológico anunciou calor
não vou duvidar
faz sentido no meu sistema solar

Um abraço


E que bom é o abraço

Pedido

Receita de papas de leite?

Por favor

Obrigado

Marley, Bob

I dont wanna wait in vain for your love.
From the very first time I rest my eyes on you, girl,
My heart says follow trough.
But I know, now, that Im way down on your line,
But the waitin feel is fine:
So dont treat me like a puppet on a string,
cause I know I have to do my thing.
Dont talk to me as if you think I'm dumb;
I wanna know when youre gonna come, see.

I dont wanna wait in vain for your love;

Cause if summer is here,
I'm still waiting there;
Winter is here,
And Im still waiting there.

Like I said:
Its been three years since Im knockin on your door,
And I still can knock some more:
Ooh girl, ooh girl, is it feasible?
I wanna know now, for I to knock some more.
Ya see, in life I know theres lots of grief,
But your love is my relief:
Tears in my eyes burn - tears in my eyes burn
While Im waiting - while Im waiting for my turn,
See!

Café Turco, Onde Está O Futuro?

Uma estação

estacionar para partir. estacionado pensa-se no movimento. na estação está a ida, a vinda, a ida já ida, a volta por ir. numa estação estão todos, e eu. numa estação estão anos passados, tempos ventos calores e luz. numa estação estou eu e espero um comboio. na estação. não quero parar. tenho de esperar, pensar e escolher. decidir subir e ir. para deixar de estacionar. ir e não pensar?
quero voar./? quero me agarrrrrrrrar./? ao quê, a quem e porquê? ou será que quero fugir, me despedir e sentir frio? fugir... do que se foge? daquilo que somos. que temos medo. daquilo que temos medo de ser. e de não fazer.

Entschuldigung...

By the time you read this lines I'll be gone.

Jo-ão

Cor

Viktoriarain 6

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

A Tabaco enrolar

Cercare de essere migliore...?
Sou melhor? Melhor que quê? Para quem e porquê? O certo depende. De país, região, cidade, grupo ou pessoa. Uma conduta. Para quê? Para haver mais compreensão ou menos problemas? Porque não simplesmente reagir como se sente? Penso que assim não viveríamos periféricos. Se cada um dissesse e fizesse o que sente... Sem interesses, talvez seria melhor. No fundo não pensamos só em nós, pensamos nos outros. E também em nós.
Como seria se...? Porque não ser simplesmente aquilo que se sente? Porquê vestir um fato, um rótulo? Porque é que eu pergunto e simplesmente não o faço? Porque escrevo? e porquê?! Ninguém o sabe, nem eu. Mas alguém o saberá. Alguém? Algo? Both?
Reagimos a impulsos. Concordo. Pelo menos eu sim. Sou o meu melhor amigo, não posso convesar mais com alguém do que o que converso comigo. Estou a conversar comigo agora. E a pô-lo na net. Ou como impulso ou como espera ou como... reserva de valor. Vou fumar um cigarro. I fumatori muoiono prima...
I non fumatori dopo.

Quarta-feira, Novembro 29, 2006

Voltar

Tornare
Tourner
Volver
Return
Wenden

Quarta-feira, Julho 19, 2006

a mansão dos mochileiros

http://www.hostelsoasis.com/

Quotes

Guerra Civil Española

  • "Gracias a la Iglesia española, al Ejército español y a Francisco Franco el ataque comunista contra la España católica se pudo superar".

Eurodiputado polaco Maciej Marian Giertych, de la Liga de las Familias

  • "Ojalá Fuera la mía la última sangre española que se vertiera en discordias civiles. Ojalá encontrara ya en paz el pueblo español, tan rico en buenas cualidades entrañables, la Patria, el Pan y la Justicia"

José Antonio Primo de Rivera Noviembre de 1936

  • "Fue en España donde mi generación aprendió que uno puede tener razón y ser derrotado, que la fuerza puede destruir el alma, y que a veces el coraje no obtiene recompensa"

Albert Camus

  • "Para algunos fue la última gran causa, para otros fue una cruzada. Recuerdo la cruzada, los obispos saludando al modo fascista rodeando generales en la entrada de las iglesias. También recuerdo los cementerios llenos de fusilados de un bando y de otro."
Josep Borrell presidente del Parlamento Europeo, del Partido Socialista Obrero Español.

Federico García Lorca

"Yo soy español integral y me sería imposible vivir fuera de mis límites geográficos; pero odio al que es español por ser español nada más, yo soy hermano de todos y execro al hombre que se sacrifica por una idea nacionalista, abstracta, por el sólo hecho de que ama a su patria con una venda en los ojos. El chino bueno está más cerca de mí que el español malo. Canto a España y la siento hasta la médula, pero antes que esto soy hombre del mundo y hermano de todos. Desde luego no creo en la frontera política."

Guerra Civil Espanhola

Há 70 anos, o nosso país vizinho entrou em guerra civil.

Wikipedia
http://es.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espa%C3%B1ola

Estalló tras un fallido golpe de estado contra el gobierno legítimo de la Segunda República Española y asoló el país entre el 17 de julio de 1936 y el 1 de abril de 1939.

Preámbulo de la Segunda Guerra Mundial puesto que sirvió de campo de pruebas para las potencias del Eje y la Unión Soviética, además de que supuso una confrontación entre las principales ideologías políticas que entonces convivían en Europa y que entrarían en conflicto poco después: el fascismo, la democracia de tradición liberal y los diversos movimientos revolucionarios (socialistas, comunistas, estalinistas y trotskistas, y anarquistas).

Los regímenes fascistas europeos (Alemania e Italia), Portugal e Irlanda apoyaron desde el principio a los militares sublevados (estado fascista, totaliatário)

El gobierno republicano recibió el apoyo de la URSS, único país comunista de Europa.

Las principales potencias democráticas de Europa, Francia (salvo un período inicial en el que vendió aviones y proporcionó pilotos a la República) y Gran Bretaña se mantuvieron oficialmente neutrales

Algunos ven en estas profundas diferencias político-culturales lo que Antonio Machado denominó las dos Españas. En el bando republicano, el apoyo estaba dividido entre los demócratas constitucionales, los nacionalistas periféricos y los revolucionarios. Éste era un apoyo fundamentalmente urbano y secular aunque también rural en regiones como Cataluña, Valencia, País Vasco, Asturias y Andalucía. Por el contrario en el bando nacional, el apoyo era básicamente rural y burgués, más conservador y religioso. Sobre todo fueron aquellas clases más o menos privilegiadas hasta entonces, (burgueses, aristócratas, muchos militares, parte de la jerarquía eclesiástica, terratenientes o pequeños labradores propietarios...) que tras la victoria del Frente Popular veían peligrar su posición o consideraban que la unidad de España estaba en peligro.

El número de víctimas civiles aún se discute pero son muchos los que convienen en afirmar que la cifra se situaría entre 500.000 y 1.000.000 de personas.

Tras la guerra, la represión franquista se cebó con el bando perdedor iniciándose una limpieza de toda esa España Roja y de cualquier elemento relacionado con la República lo que condujo a muchos al exilio o a la muerte. La economía española tardaría décadas en recuperarse.

Los simpatizantes republicanos vieron la guerra como un enfrentamiento entre "tiranía y democracia", o "fascismo y libertad", y muchos jóvenes idealistas de otros países participaron en las Brigadas Internacionales pensando que salvar a la República Española era la causa idealista del momento. Sin embargo, los partidarios de Franco la vieron como una lucha entre las "hordas rojas" (comunistas y anarquistas) y la "civilización cristiana". Pero estas dicotomías son, inevitablemente, simplificaciones: en los dos bandos había ideologías variadas, y muchas veces enfrentadas (por ejemplo anarquistas contra comunistas en uno, falangistas contra monárquicos y carlistas en el otro).

Además de intentar desalentar a la participación anti-fascista de sus ciudadanos en apoyo de la causa republicana, pero pese a estos intentos, muchos franceses e ingleses (Malraux, Orwell, Hemingway, etc..) participaron individualmente como voluntarios en la lucha. Dos temores alimentaban esta política: el triunfo de la revolución en España y una confrontación total en el ámbito europeo.

Las repercusiones políticas y emocionales de la guerra trascendieron de lo que es un conflicto nacional ya que, por muchos otros países, la guerra civil española fue vista como parte de un conflicto internacional que se libraba entre la religión y el ateísmo, la revolución y el fascismo. Para la URSS, Alemania e Italia, España fue terreno de prueba de nuevos métodos de guerra aérea y de carros de combate. Para Gran Bretaña y Francia, el conflicto representó una nueva amenaza al equilibrio internacional que trataban dificultosamente de preservar, el cual se derrumbó en 1939 (pocos meses después del fin de la guerra española) con la Segunda Guerra Mundial. El pacto de Alemania con la Unión Soviética supuso el fin del interés de ésta en mantener su presión revolucionaria en el sur de Europa.

Sin duda, la consecuencia más funesta fue el terror, la represión y el empobrecimiento material e intelectual del país. Hubo ejecuciones sumarias, miles de represaliados y un sentimiento de resentimiento entre los perdedores y de impunidad para con los vencedores que aún dura hasta nuestros días.

En cuanto a la política exterior, la GCE supuso el aislamiento de España y la retirada de embajadores de casi todo el mundo. Solo unos pocos países mantuvieron relaciones diplomáticas con España desde el final de la II Guerra Mundial hasta el inicio de la Guerra Fría. A partir de los años 50, las relaciones internacionales españolas pasan a ser casi normales, salvo con los países del Bloque Soviético.

Con la llegada, a partir de la muerte de Franco, de la democracia, el bando perdedor se sintió reivindicado, ya que el programa de reformas emprendido por el nuevo régimen democrático asumía gran parte del proyecto reformador de la II República y, de forma implícita, suponía una negación de los ideales que habían defendido los vencedores de la guerra civil. Esta nueva situación ha llevado a una continua reescritura de la historia por los simpatizantes de ambos bandos, unos reinterpretando la actuación de los partidos y movimientos de izquierdas y revolucionarios antes de y durante la guerra y para recuperar la memoria de las víctimas de la represión franquista y, otros reinterpretando el levantamiento nacional desde una óptica más acorde con la ideología hoy imperante, minimizando el componente fascista y relativizando el componente católico en favor del componente nacionalista y de orden.
Desgraciadamente, las diversas interpretaciones de la guerra civil se siguen utilizando en la lucha política a principios del siglo XXI, desvirtuando en gran medida la labor de historiadores serios en favor de propagandistas partidarios.


Legión Cóndor

La Legión Cóndor fue el nombre dado a la fuerza de intervención aérea que la Alemania nazi envió en ayuda de las fuerzas del general Franco para luchar en la Guerra Civil Española. Adolf Hitler, canciller alemán, a sugerencia del jefe de la Luftwaffe, Herman Goering y con la intención de probar el arma aérea alemana en una guerra convencional, ofreció a Franco de forma secreta, apoyo aéreo para su ejército terrestre.

Este apoyo consistió tanto en apoyo logístico, transporte de tropas, suministros, etc, como en apoyo en acciones de ataque con aviones de caza y bombarderos, como el famoso bombardeo de Guernica

La intervención alemana en la Guerra Civil permitió mejorar la calidad de sus aparatos y reparar los defectos de su arma aérea, preparándola para la ofensiva mundial que Hitler estaba planeando.


Federico García Lorca

http://es.wikipedia.org/wiki/Federico_Garc%C3%ADa_Lorca

En esos momentos políticos alguien le preguntó sobre su preferencia política y él manifestó que se sentía a su vez católico, comunista, anarquista, libertario, tradicionalista y monárquico; de hecho nunca se afilió a ninguna delas fracciones políticas y jamás descriminó o se distanció de ninguno de sus amigos, por ninguna cuestión política, se sentía, como él lo dijo en una entrevista al Sol de Madrid poco antes de su asesinato: íntegramente español.

"Yo soy español integral y me sería imposible vivir fuera de mis límites geográficos; pero odio al que es español por ser español nada más, yo soy hermano de todos y execro al hombre que se sacrifica por una idea nacionalista, abstracta, por el sólo hecho de que ama a su patria con una venda en los ojos. El chino bueno está más cerca de mí que el español malo. Canto a España y la siento hasta la médula, pero antes que esto soy hombre del mundo y hermano de todos. Desde luego no creo en la frontera política."

Posiblemente en la madrugada del 19 de agosto de 1936 (aunque la fecha no se ha podido precisar), Federico García Lorca fue asesinado en el camino que va de Víznar a Alfacar. Había sido detenido unos días antes en la casa de su amigo, el también poeta Luis Rosales, quien obtuvo la promesa de "las autoridades" nacionalistas que sería puesto en libertad "si no existía denuncia en su contra". La orden de ejecución fue dada por el gobernador civil de Granada, José Valdés Guzmán, quien había ordenado al ex diputado de la CEDA, Ramón Ruiz Alonso, la detención del poeta. Valdés contaba con el visto bueno del general Queipo de Llano a quien se consultó sobre qué hacer con Lorca.


Guernica

Guernica is one of the most famous paintings by Pablo Picasso in which the painter condemned the Nazi German bombing of Guernica, Spain on April 26, 1937. The assault was the first ever aerial bombing and it destroyed the city, killing an estimated 1600 people. The huge Cubist[citation needed] mural was produced under a commission by the Spanish Republican government to decorate the Spanish Pavilion at the Paris International Exposition (the 1937 World's Fair in Paris). Picasso said as he worked on the m
ural:
"The Spanish struggle is the fight of reaction against the people, against freedom. My whole life as an artist has been nothing more than a continuous struggle against reaction and the death of art. How could anybody think for a moment that I could be in agreement with reaction and death? ... In the panel on which I am working, which I shall call Guernica, and in all my recent works of art, I clearly express my abhorrence of the military caste which has sunk Spain in an ocean of pain and death."



Today, Guernica is often used to symbolize the destructive impact of all war.

Museu Reina Sofia, Madrid

http://www.hastingsfreetv.org/documents/cnt_repotaje.html

Quinta-feira, Junho 01, 2006

Chardonnay

Chardonnay
From Wikipedia, the free encyclopedia

Chardonnay is a green-skinned grape variety used to make a white varietal wine.

It is believed to be named after the village of Chardonnay in the Mâconnais region of France, where Pouilly-Fuissé is currently produced and it is possible that the variety was first bred there. DNA fingerprinting research at the University of California, Davis suggests that Chardonnay has originated as a cross between Pinot and the Croatian Gouais Blanc grape varieties. Gouais Blanc is not popular in its own right and is almost extinct.

Chardonnay is also known by the names Aubaine, Beaunois, Melon Blanc, and, historically Pinot Chardonnay.

Part of the attraction of Chardonnay, for wine makers and lovers alike, is its versatility. In the U.S., it is often made using full malolactic fermentation with some oak handling. Without oak, Chardonnay generally produces a soft wine, often with fruity, minerally flavors. When aged with oak, Chardonnay acquires a smokey, vanilla, caramel, and butter aroma.

In the historic home of Chardonnay, the much cooler climate winemaking region of Chablis, oak treatment of wine has traditionally been unpopular. Malolactic fermentation is not typically used either. This produces a wine with generally more noticeable acidity which focus on minerality and purity. Other regions of Burgundy produce more full bodied styles which have oak and cheese like aromas.

Chardonnay is also an important component in Champagne, and there are some 100% Chardonnay Champagnes, labeled blanc de blancs. It is also used by sparkling wine producers who want to produce a Champagne-like wine.

In 2001, Chardonnay stood eighth-ranked in global planting of grape varieties by area, with an estimated 140,000 hectares, mostly in the United States of America, France, Australia and Italy. Its popularity (and its vapidity, according to some) have caused a backlash from some wine lovers, who declare themselves interested in ABC, or Anything But Chardonnay. This popularity led to a character in the British TV series Footballers' Wives being named Chardonnay.

In Australia and New Zealand, Chardonnay varietal wines are among the most popular white wines. As of 2005, Chardonnay is the most widely planted grape in Australia.

Australia is one of the few locales where Chardonnay is blended to make a still wine. The traditional blending partner there is Sémillon.

Terça-feira, Maio 30, 2006

Kilimanjaro


Kilimanjaro is a mountain in northeastern Tanzania. It includes the highest peak in Africa at 5,895 meters. It is a giant stratovolcano, not currently active, with fumaroles that emit gas in the crater on the main summit of Kibo. Scientists concluded in 2003 that molten magma is just 400 meters below the summit crater. Although new activity is not expected, there are fears the volcano may collapse, causing a major eruption similar to Mount St. Helens. Several collapses and landslides have occurred on Kibo in the past, one creating the area known as the western breach. Although there is no recorded history of eruptions, local legend speaks of activity around 170 years ago.

The highest point is Uhuru Peak on the volcano Kibo, 5,895 metres. As the highest point in Africa, Uhuru Peak is one of the Seven Summits. The summit was first reached by the Marangu army scout, Johannes Kinyala Lauwo who climbed it nine times before realising there was a crater. Lauwo served as a guide for the first ascent by nonindigenous climbers, German Hans Meyer and Austrian Ludwig Purtscheller, on October 6, 1889. Two other peaks are also extinct volcanoes: Mawenzi (5,149 metres), the third highest peak in Africa (after Mount Kenya) and Shira (3,962 m). Johannes' Notch is named after Lauwo. In 1989 Lauwo was presented with a house at Ashira Marangu by the West German government in recognition of his role on the Meyer expedition. His relative, Trilas Lauwo (1952- ) was the first Tanzanian woman to reach the summit via the Mweka route in 1972.

http://en.wikipedia.org/wiki/Kilimanjaro

Álvaro de Campos (Fernando Pessoa?)

Lisbon revisited (1926)

Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

Fecharam-me todas as portas abstractas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.

Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
Até a vida só desejada me farta - até essa vida...

Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.

Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.

Outra vez te revejo,
Cidade da minha infãncia pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...

Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?

Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...

Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...

Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!...

Sacana... Descobriste

The Nobel Prize in Literature 1954

The Snows of Kilimanjaro -- Editor's Note:

This short story -- written in 1938 -- reflects several of Hemingway's personal concerns during the 1930s regarding his existence as a writer and his life in general. Hemingway remarked in Green Hills that "politics, women, drink, money and ambition" damage American writers. His fear that his own acquaintances with rich people might harm his integrity as a writer becomes evident in this story. The text in italics also reveals Hemingway's fear of leaving his own work of life unfinished.
In broader terms, The Snows of Kilimanjaro should be viewed as an example of an author of the "Lost Generation", who experienced the world wars and the war in Spain, which led them to question moral and philosophy. Hemingway, in particular, found himself in a moral vacuum when he felt alienated from the church, which was closely affiliated with Franco in Spain, and which he felt obliged to distance himself from. As a result, he came up with his own code of human conduct: a mixture of hedonism and sentimental humanism.
This text was scanned and edited on Feb. 2, 1998 by Stefan Pollklas

The Snows of Kilimanjaro

THE MARVELLOUS THING IS THAT IT’S painless," he said. "That's how you know when it starts."

"Is it really?"

"Absolutely. I'm awfully sorry about the odor though. That must bother you."

"Don't! Please don't."

"Look at them," he said. "Now is it sight or is it scent that brings them like that?"

The cot the man lay on was in the wide shade of a mimosa tree and as he looked out past the shade onto the glare of the plain there were three of the big birds squatted obscenely, while in the sky a dozen more sailed, making quick-moving shadows as they passed.

"They've been there since the day the truck broke down," he said. "Today's the first time any have lit on the ground. I watched the way they sailed very carefully at first in case I ever wanted to use them in a story. That's funny now.""I wish you wouldn't," she said.

"I'm only talking," he said. "It's much easier if I talk. But I don't want to bother you."

"You know it doesn't bother me," she said. "It's that I've gotten so very nervous not being able to do anything. I think we might make it as easy as we can until the plane comes."

"Or until the plane doesn't come."

"Please tell me what I can do. There must be something I can do."

(...)

http://xroads.virginia.edu/~DRBR/heming.html

Ernest Hemingway

From Wikipedia, the free encyclopedia

Ernest Miller Hemingway (July 21, 1899 – July 2, 1961) was an American novelist, short story writer, and journalist. His distinctive writing style is characterized by terse minimalism and understatement and had a significant influence on the development of twentieth century fiction. Hemingway's protagonists are typically stoics, often seen as projections of his own character — men who must show "grace under pressure". Many of his works are considered classics in the canon of American literature.

Hemingway was part of the 1920s expatriate community in Paris, known as "The Lost Generation," a name coined and popularized by Gertrude Stein. He led a turbulent social life, was married four times, and allegedly had various romantic relationships during his lifetime. Hemingway received the Pulitzer Prize (1953) for The Old Man and the Sea. He received the Nobel Prize in Literature in 1954. In 1961, at age 61, he committed suicide.

http://en.wikipedia.org/wiki/Ernest_Hemingway

Projectar

Pla.ne.ar transitivo

  1. Fazer o plano de; traçar;
  2. Projectar; tencionar; conjecturar;

Obs. Presente do indicativo: planeio, planeias, planeia, planeamos, planeais, planeiam

Projectar o futuro, planear, pensar em como será ou como queremos que seja.
Fazer projectos e esperar por cumpri-los decidir o dia de amanhã e esperar que ele decida se assim o será. Esperar o inesperado plano, planear no escuro e imprevisível.

Estamos sempre a projectar. Horas, dias, semanas, meses, férias, anos, vidas. E qual o prazer pelo inesperado? Esperamos que tudo se concretize ou adoramos o incerto?

O plano é indicativo mas não quero que ele me dite as regras do jogo. A beleza do nosso destino é o seu desconhecimento. Vivemos sempre à espera do acontecimento novo, da novidade, dessa "inesperança", mais próximos ou mais distantes do que esperávamos, mas é este o jogo, é isto que nos deixa agarrados à vida. A incerteza e a vontade de saber prever o futuro, planeando-o, para depois vermos as curvas e os altos e baixos que se dão.

A expectativa sobre o incerto. Parte integrante da nossa vida.

Agora pensa. Porque projectas o dia de amanhã? Gostas de mandar no futuro? Um senhor do tempo...

Segunda-feira, Maio 29, 2006

Ler... Devagar

"Contributo ancor più importante è il riuscire a cambiare prima che il mondo noi stessi, o meglio, migliorando noi stessi migliorare il mondo, cercando di essere corretti e sinceri verso le persone che abbiamo vicino." Nicola

"Um contributo ainda maior será conseguir, antes de mudar o mundo, mudarmo-nos a nós mesmos, ou melhor, melhorar o mundo enquanto nos melhoramos, procurando ser correctos e sinceros para com as pessoas ao nosso lado."

Quinta-feira, Maio 25, 2006

Vilnius

Um pouco de geografia
Duma cidade de um recente membro da União Europeia

Républica da Lituânia, Lietuvos Respublika, Republic of Lithuania













Capital Vilnius

Largest city Vilnius
Official language: Lithuanian

Government
President: Valdas Adamkus
Prime Minister: Algirdas Brazauskas
Parliamentary democracy

Independence From the Soviet Union
Declared March 11, 1990
Recognized September 6, 1991

Accession to EU: May 1, 2004

Area: 65,200 km² (122nd)

Population
- 2005 est. 3,596,617 (125th)
- Density 55/km² (116th)

Relogions:
Roman Catholic 79%, Russian Orthodox 4.1%, Protestant (including Lutheran and Evangelical Christian Baptist) 1.9%, other or unspecified 5.5%, none 9.5% (2001 census)

GDP (PPP)
- Total $49.38 billion (77th)
- Per capita $ 15,657 (67th) 2005 estimate

HDI (2003) 0.852 (39th) – high

Currency Lithuanian litas (Lt) (LTL)

Time zone
- Summer (DST) EET (UTC+2) EEST (UTC+3)

Internet TLD .lt
Calling code +370








Vilnius - Cidade

In the meantime, for yet another time in its history, the city enjoyed a period of fast development. Vilnius University was reopened under the name Stefan Batory University and the city's infrastructure was improved significantly. By 1931, the city had 195,000 inhabitants, making it the fifth largest city in Poland. Some Lithuanians, however, dispute this picture of economic growth and point out that the standard of living in Vilnius at this time was considerably lower compared to other parts of contemporary Lithuania. Poles and Jews made up a majority in city of Vilnius itself, and Lithuanians there formed a small minority (1%-2%).

Following the secret protocol of the Molotov-Ribbentrop Pact, on September 19, 1939, Vilnius was seized and annexed by Soviet Union. On October 10, 1939, under a Soviet ultimatum, the Lithuanian government accepted the presence of Soviet military bases in various parts of the country in exchange for restoring the city to Lithuania. Though the process of transferring the capital from Kaunas to Vilnius started soon after, the whole of Lithuania was occupied by the Soviet Union in June of 1940, before the transfer was completed. A new Communist government was installed, with Vilnius as the capital of the newly created Lithuanian SSR. Up to 40,000 of the city's inhabitants were arrested by the NKVD and sent to gulags in the Soviet far East.

Orthodox Church of the Holy Mother of God, with Gediminas' tower in background.

Orthodox Church of the Holy Mother of God, with Gediminas' tower in background.

In June 1941, the city was seized by Germany. Two ghettos were set up in the old town center for the large Jewish population - the smaller one of which was "liquidated" by October. The second ghetto lasted until 1943, though its population was regularly decimated in so called Aktionen. A failed ghetto uprising on September 1, 1943, was followed by the final ghetto destruction. About 95% of the Jewish population of 265,000 of Lithuania was murdered by the German units and their local collaborators, many of them in Paneriai, about 10 km west of the old town centre.

The New City Center seen from Gediminas tower

The New City Center seen from Gediminas tower

In July 1944 Vilnius was retaken by the Soviet Army. Vilnius was incorporated into the Soviet Union as the capital of Lithuanian SSR shortly thereafter. Immediately after World War II, large numbers of Poles run away or were expelled from Soviet-occupied Lithuania to Poland. Coupled with the migration of the Lithuanians into Vilnius, this development resulted in a change of the city's demographic fabric.

On March 11, 1990, the "Supreme Council of the Lithuanian SSR" announced its independence from the Soviet Union and restored the independent Republic of Lithuania. The Soviets responded on January 9, 1991, by sending in troops. On January 13 during the Soviet Army attack on the State Radio and Television Building and the Vilnius TV Tower, fourteen civilians were killed and more than 700 were seriously injured. The Soviet Union finally recognized Lithuanian independence in August 1991.

Since then, Vilnius has been rapidly transforming itself in an attempt to erase its Soviet past and emerge as a modern Western European style city. Many of its older buildings have been renovated, and on the north side of the Neris river a business and commercial area is being developed into the New City Center, projected to become the city's main business district. This area will include modern residential and retail space, with the 129-metre (423') Europa Tower as its most prominent building. While a number of modern business and retail centers have been built during recent years, many other projects are awaiting to be implemented.

Vilnius main place by the winter. You can see as well on the back an exposition of ice statues.

http://en.wikipedia.org/wiki/Vilnius
http://en.wikipedia.org/wiki/Lithuania

Lithuania's economy
Jul 17th 2003
From The Economist print edition


NAME the country with the highest growth rate in Europe last year, booming exports, zero inflation, a rock-steady currency, shrinking unemployment and a budget surplus. Stumped by this happy conundrum? Then look to Lithuania, the southernmost of the three small Baltic states, and for most of the 1990s the quietest and sleepiest of them.

From the CIA world fact book:

Independent between the two World Wars, Lithuania was annexed by the USSR in 1940. On 11 March 1990, Lithuania became the first of the Soviet republics to declare its independence, but Moscow did not recognize this proclamation until September of 1991 (following the abortive coup in Moscow). The last Russian troops withdrew in 1993. Lithuania subsequently restructured its economy for integration into Western European institutions; it joined both NATO and the EU in the spring of 2004.

Economy - overview:
Lithuania, the Baltic state that has conducted the most trade with Russia, has slowly rebounded from the 1998 Russian financial crisis. Unemployment dropped from 11% in 2003 to 5.3% in 2005. Growing domestic consumption and increased investment have furthered recovery. Trade has been increasingly oriented toward the West. Lithuania has gained membership in the World Trade Organization and joined the EU in May 2004. Privatization of the large, state-owned utilities, particularly in the energy sector, is nearing completion. Overall, more than 80% of enterprises have been privatized. Foreign government and business support have helped in the transition from the old command economy to a market economy.

Disputes - international:
Lithuania and Russia committed to demarcating their boundary in 2006 in accordance with the land and maritime treaty ratified by Russia in May 2003 and by Lithuania in 1999; Lithuania operates a simplified transit regime for Russian nationals traveling from the Kaliningrad coastal exclave into Russia, while still conforming, as a member state that forms part of the EU's external border, to strict Schengen border rules; the Latvian parliament has not ratified its 1998 maritime boundary treaty with Lithuania, primarily due to concerns over potential hydrocarbons

http://www.cia.gov/cia/publications/factbook/geos/lh.html

Domingo, Maio 21, 2006

Notícia!


que sacana, heim?

(O que se diz depois de ler o código da vinci)

Muro da vergonha


Bansky

O muro israelita que divide Israel da palestina

Israeli West Bank barrier
From Wikipedia, the free encyclopedia

The barrier route as of May 2005. Some previously-approved portions have become uncertain due to Supreme Court decisions and are subject to re-design. As of January 2006 the length of the barrier as approved by the Israeli government is 670 kilometers. Approximately 36% has been constructed, 25% is under construction, 20% has been approved but construction has not yet begun, and the remaining 19% awaits final approval

The barrier route as of May 2005. Some previously-approved portions have become uncertain due to Supreme Court decisions and are subject to re-design. As of January 2006 the length of the barrier as approved by the Israeli government is 670 kilometers. Approximately 36% has been constructed, 25% is under construction, 20% has been approved but construction has not yet begun, and the remaining 19% awaits final approval

The Israeli West Bank barrier (commonly referred to as a "fence" by its supporters and a "wall" by its opponents) is a physical barrier being constructed by Israel consisting of a network of fences with vehicle-barrier trenches (95%) and walls (5%).

The barrier is a very controversial project, with little common ground between supporters and opponents.

Supporters regard it as a necessary tool protecting Israeli civilians from terrorist attacks in Israel that increased significantly during the al-Aqsa Intifada in September 2000 [1][2] and regard it as a major causal factor in reducing incidents of terrorism by 90% from 2002 to 2005.1

Opponents argue that it violates international humanitarian and human rights law, and regard it as an attempt to annex land occupied by illegal settlements, and to pre-empt final status negotiations between Israel and the Palestinians. Opposition to the barrier is focused on the route of the barrier and its impact on the Palestinians who live nearby, particularly on their ability to travel freely within the West Bank and to get access to work in Israel.

A similar barrier, the Israeli Gaza Strip barrier, was constructed parallel to the Gaza Strip portion of the 1949 armistice line in 1994. This barrier did not stray significantly from the armistice line, and it has not been as controversial as the West Bank barrier has been.



http://en.wikipedia.org/wiki/Israeli_West_Bank_barrier
http://en.wikipedia.org/wiki/Wall_of_Shame

Falta pouco...



Bansky
www.bansky.co.uk

Country X

Matthew Herbert com ideia genial.
Um país virtual:

"Maybe we don't have to accept the influence of american foreign policy in our everyday lives, despite being unable to vote. what we choose to buy or not buy is not a way to express ourselves. why, when transnational companies treat us as global consumers, can we only react locally? why do i share similar ideals with someone in brazil or iraq but have no formal bind to represent that?

so why not start a country? only this time, a virtual one. free from the necessity to defend its borders physically, we can reduce the violence of exclusion. a new description of resistance."

www.COUNTRYX.org

The joy of not being sold anything

Tirei a publicidade.
Estou farto de publicidade.
Nada é desinteressado, toda a bela tem o seu senão.
Sociedade consumista e de vícios, sem valores e desvirtuada.

Devia haver um feriado do tipo dia sem publicidade. As pessoas também têem que descansar!!

Já não sou eu que escolho o que quero comprar e comer. É a publicidade que escolhe por mim. Estou farto de manipulação.

irónico



Bansky
www.bansky.co.uk
um dos mais irónicos e interventivos artistas urbanos, que realmente deixa uma mensagem nos muros das cidades

Quinta-feira, Maio 18, 2006

Good friends

Good friends we have, oh, good friends we have lost
Along the way, yeah!
In this great future, you can't forget your past;
So dry your tears, I seh. Yeah!
- Bob marley

Don't forget the people who didn't follow your path.
It's nice to remember, it's good to know
that good people will always be there.

Já tentei escrever o nome de todas as pessoas
que estiveram presentes e me marcaram
na vida. Mas isso é impossível,
há sempre mais alguém.
Mas encontrei uma forma: olhar para mim.
Eu sou todas as pessoas, cada um me marcou
à sua maneira.
Sou o encontro de várias periferias, como todos somos.
Cada periferia me deixa chegar
mais, ou menos, ao centro, e assim me vai mudando.
Quero assim agradecer a todos, deixando cada nome:

EU

Exercício

Nas próximas 24horas presta atenção à banda sonora da vida.
Vê como fala contigo.

Terça-feira, Maio 16, 2006

Céu















Visto de Dentro

Domingo, Maio 14, 2006

L'attesa



























(fonte: http://www.etimo.it/)

Descubra as diferenças

Discussão

Conversa

Debate

Sexta-feira, Maio 12, 2006

Destino / Fato

Destino

Con destino o fato ci si riferisce all'insieme di tutti gli eventi inevitabili che accadono in una linea temporale. Può essere concepito come l'irresistibile potere o agente che determina il futuro, sia in termini generali che di singolo individuo. Il concetto è basato sul credo che esista un ordine naturale prefissato nell'universo.

Fatalismo

Dottrina in base a cui tutti gli eventi si verificano in modo ineluttabile. cioè sono inevitabili all'insegna della rassegnazione. è un atteggiamento proprio di chi subisce la realtà. di chi accetta il destino o meglio non lo combatte.

(fonte: Wikipedia)

Il fatalismo, dice il dizionario, considera tutti gli eventi come irrevocabilmente fissati in anticipo da una causa unica e sovrannaturale.
Il fatalista si persuade che tutti i dettagli della sua vita sono definiti in anticipo dal destino, per cui egli non può far nulla per cambiarli e, di conseguenza, accetta passivamente tutto ciò che gli accade.


Fatalismo

Fatalismo, dal latino fatum ("fato", "destino"). Il fatalismo è l'atteggiamento di colui che accetta ogni evento come necessario e inevitabile, in quanto frutto della volontà del destino al quale non si può sfuggire.

Sábado, Maio 06, 2006

Sri Lanka













"Sri Lanka on the brink


ON APRIL 25th a Tamil Tiger suicide-bomber blew herself up at the army's heavily-fortified headquarters in Sri Lanka's capital, Colombo, seriously wounding the country's hawkish army chief, Sarath Fonseka, and killing a number of his bodyguards. The audacious attack, carried out by a bomber disguised as a pregnant woman, was the latest in a string of tit-for-tat murders over the past few months that have placed growing strain on the ceasefire agreement signed by the government and rebels in 2002. Only heroic efforts will prevent a return to full-scale conflict."


(fonte: notícia de 27 de Abril de 2006, The Economist www.economist.com)


"The Sinhalese arrived in Sri Lanka late in the 6th century B.C., probably from northern India. Buddhism was introduced beginning in about the mid-third century B.C., and a great civilization developed at the cities of Anuradhapura (kingdom from circa 200 B.C. to circa A.D. 1000) and Polonnaruwa (from about 1070 to 1200). In the 14th century, a south Indian dynasty seized power in the north and established a Tamil kingdom. Occupied by the Portuguese in the 16th century and by the Dutch in the 17th century, the island was ceded to the British in 1796, became a crown colony in 1802, and was united under British rule by 1815. As Ceylon, it became independent in 1948; its name was changed to Sri Lanka in 1972. Tensions between the Sinhalese majority and Tamil separatists erupted into war in 1983. Tens of thousands have died in an ethnic conflict that continues to fester. After two decades of fighting, the government and Liberation Tigers of Tamil Eelam formalized a cease-fire in February 2002, with Norway brokering peace negotiations."

(fonte: http://www.cia.gov/cia/publications/factbook/geos/ce.html Cia - The World Fact Book)


Country Briefing no The Economist

"Sri Lanka’s civil war began in 1983. It pitches the government, dominated by the island’s majority Sinhalese population, against the Liberation Tigers of Tamil Eelam—who want a separate Tamil state in the north-east.

Shrinking international sympathy for the Tigers and moves against their finances led to a Norwegian-brokered ceasefire in Feburary 2002. Sri Lanka's government then un-banned them, allowing peace talks to start. But hopes that common ground could be found in the shared trauma of the Indian Ocean tsunami, which devastated much of the country in December 2004, came to naught. The assassination in August 2005 of Sri Lanka's foreign minister then eliminated what goodwill remained.

A presidential election in November 2005 was narrowly won by Mahinda Rajapkse, Sri Lanka's prime minister. A critic of the ceasefire, Mr Rajakpse is expected to take a tougher line against the Tigers. Since the election, tit-for-tat violence between the army and the rebels signals a possible renewal of full-scale hostilities: in any case, lasting peace looks a long way off."

(fonte: The Economist www.economist.com)


Capital: Colombo, embora Sri Jayewardenepura Kotte seja a capital legislativa

Religiões predominantes: Budista 69.1%, Muçulmana 7.6%, Hindu 7.1%, Católica 6.2%

Governo: Republica Social Democrata do Sri Lanka, antigo Ceilão

População: 20,200 milhões de habitantes

Linguas Faladas: Sinhala 74%, Tamil 18%, outras 8%. O Inglês é também frequentemente usado.

Independência:
4 de Fevereiro de 1948 (do Reino Unido)

Chefe de estado:
Presidente Mahinda RAJAPAKSE (desde 19 de Novembro de 2005), o presidente é considerado chefe de estado e de governo

Moeda e conversão: Rupias (Sri Lanka) por 1 US dollar - 100.498 (2005)

"In 1977, Colombo abandoned statist economic policies and its import substitution trade policy for market-oriented policies and export-oriented trade. Sri Lanka's most dynamic sectors now are food processing, textiles and apparel, food and beverages, telecommunications, and insurance and banking. In 2003, plantation crops made up only 15% of exports (compared with 93% in 1970), while textiles and garments accounted for 63%. GDP grew at an average annual rate of about 5.5% in the 1990s, but 2001 saw the first contraction in the country's history, by 1.4%, due to a combination of power shortages, severe budgetary problems, the global slowdown, and continuing civil strife. Growth recovered to 5% between 2002 and 2005. About 800,000 Sri Lankans work abroad, 90% in the Middle East. They send home about $1 billion a year. The struggle by the Tamil Tigers of the north and east for a largely independent homeland continues to cast a shadow over the economy. In late December 2004, a major tsunami took about 31,000 lives, left more than 6,300 missing and 443,000 displaced, and destroyed an estimated $1.5 billion worth of property."

(fonte: http://www.cia.gov/cia/publications/factbook/geos/ce.html CIA - The World Fact Book)

Esperanto

uma lingua central que aproxima periferias

Falando em Esperanto,

em inglês, e transcrito do site http://213.172.47.3/gazetoteko/espe/indepp.htm

"An introduction by L. L. Zamenhof for the newspaper The Independent, of New York, in 1904

(...)

1 Is the existence of a neutral artificial language possible?

Even now there are many people who do not know about the matter and yet seriously make other believe that such a language cannot exist, as a language is an organic object which cannot be created, and so and so. Facts are the best witnesses to prove that all this has no sense. Everyone who does not shut his eyes on purpose can easily convince himself that such artificial languages have already existed for long, and that hundreds of men, who belong to different countries and nations, write to one another and understand one another very well by mouth about every topic, and they understand one another equally well, as if they used their mother tongue, even if each one cannot understand the national language of his or her partner. It is really nonsense doubting the usefulness of the language in spite of proofs of that kind. That is like the argument of a German association about the ability to build locomotives when in England they had already been in use for years and met any demands on them.

2 Why an existing language, like English, could not be elected as an international tool?

No natural language could ever be chosen for international purposes. Self-respect and survival instincts of all the other peoples would never allow that. The people whose language were elected would gain a real big super strength over the others and soon would eclipse all of them. But even if we agreed that every people wanted on their own will to choose that existing language, nobody would be the winner, because all the natural languages are so difficult that only those who have a lot of free time and money would be able to learn it well.

For centuries hardworking youths have learnt Latin for long years, but who could find many who possess that language? However, if those same youngsters had studied the international language only for a tenth of that time, every person would be able to be understood by his or her partner now. In several weeks one can learn Esperanto well enough to communicate freely his or her thoughts.

3 Would it be wise to learn Esperanto today, since it could happen that tomorrow it appear another, better language which substitute Esperanto, with the result that we must start learning again another new language?

Even if one is really afraid that tomorrow brings a better language than Esperanto it is unwise not learning Esperanto today, as well as it would be stupid to delay the building of the railways because of the fear that somebody finds a better transport means in future. But we mustn't be afraid about the future of Esperanto. Every critic came to the conclusion that the international language of the future must meet the following demands:
  1. Its grammar must be as simple as possible.
  2. Its vocabulary must consist of those roots which are recognizable from its form by the biggest part of the civilized world; in other words, those which are found in most culture language.
These two demands give light exactly on the fundamental principles of the construction of the language Esperanto. What else could bring a new language?

All the Esperanto grammar consists of only sixteen short and simple rules, which you can learn in half an hour. Could the new language possible give a simpler grammar and would the world agree to waste the fully working, tested under any circumstance and widely spread Esperanto on behalf of the new language, the grammar of which could be learnt in twenty-five minutes instead of thirty?

And since every word in its most international form is already built in Esperanto, it is logical to think that those words must form the vocabulary of this ideal language.

We all can be certain, that though Esperanto can be modified for the better in future, there can be no question about the working of a new project.

(...)"

a continuação no site http://213.172.47.3/gazetoteko/espe/indepp.htm

Verde de esperança

Esperança por um mundo melhor, mais igualitário, mais justo.
Através da comunicação constroem-se pontes e acabam-se guerras, aproximam-se povos e culturas, cria-se um mundo mais uno e coeso.

Verde de esperança, de esperança pela paz mundial.

Assim nasce o Esperanto















"Os Diálogos Indígenas, um programa para fortalecer o diálogo entre povos indígenas do mundo, deixam de lado as línguas dos ex-colonizadores e usam o Esperanto como meio de comunicação."


"Objetivos e origens.

A base do que veio a ser a língua internacional Esperanto foi editada em Varsóvia (1887) pelo Dr. Luís Lázaro Zamenhof. A idéia de uma língua planejada internacional, destinada não a substituir línguas nacionais, e sim para servir como uma língua adicional, uma segunda língua para todos, não era nova, mas Zamenhof via que essa língua deveria desenvolver-se com o uso coletivo. Ele então limitou sua proposta inicial a uma gramática minimalista e a um vocabulário reduzido. O Esperanto é hoje uma língua plenamente desenvolvida, com uma comunidade mundial de falantes e meios de expressão completos. Muitas das idéias de Zamenhof anteciparam as do fundador da lingüística moderna, o estruturalista Ferdinand de Saussure (cujo irmão René era esperantista).

Características.

O Esperanto é tanto falado como escrito. Seu léxico provém principalmente das línguas da Europa Ocidental, enquanto sua sintaxe e morfologia mostram fortes influências eslavas. Os morfemas do Esperanto são invariáveis e quase infinitamente combináveis em palavras diferentes, de modo que a língua também tem muito em comum com línguas isoladas como o chinês, enquanto sua estrutura vocabular apresenta semelhanças com línguas aglutinantes como o turco, o swahili e o japonês.

Desenvolvimento.

No princípio, o Esperanto consistia de cerca de 1000 radicais, dos quais podiam derivar-se 10 ou 12 mil palavras. Hoje os dicionários de Esperanto costumam ter entre 15 e 20 mil radicais, a partir dos quais é possível formar centenas de milhares de palavras, e a língua está em constante evolução. A Academia do Esperanto controla as tendências da atualidade. Ao longo do tempo, a língua foi usada para quase todos os fins imagináveis, alguns deles polêmicos ou problemáticos. A língua foi proibida e seus usuários perseguidos tanto por Stalin, que a considerava uma língua de "cosmopolitas", como por Hitler, para quem ela era uma língua de judeus (Zamenhof, criador da língua, era judeu). Com o uso doméstico da língua, existem hoje talvez mil falantes que têm o Esperanto como língua materna.

Usuários.

A Associação Universal de Esperanto (UEA) tem associações nacionais em 62 países e sócios individuais em quase o dobro disto. As tiragens dos livros didáticos e as estatísticas das associações locais indicam que o número de pessoas com algum conhecimento da língua esteja em centenas de milhares ou até milhões. Existem falantes de Esperanto no mundo todo, com notáveis concentrações em países tão diversos como China, Japão, Brasil, Irã, Madagascar, Bulgária e Cuba.

Reconhecimento oficial.

Em 1954, a Conferência Geral da Unesco reconheceu que as conquistas do Esperanto estão em sintonia com os objetivos e ideais da Unesco, daí as relações oficiais terem sido estabelecidas entre aquela organização e a UEA. A colaboração entre as duas é constante. Em 1997 o Diretor Geral da Unesco, Amadou-Mahtar M'Bow, falou ao 82o. Congresso Universal de Esperanto. Em 1985 a Conferência Geral da Unesco conclamou os Estados-membros e as organizações internacionais a fazerem avançar o ensino do Esperanto nas escolas e o seu uso nas questões internacionais. A UEA mantém ainda relações consultivas com as Nações Unidas, o UNICEF, o Conselho da Europa, a Organização dos Estados Americanos e a Organização Internacional de Normas."



"Em um mundo cada vez mais consciente dos direitos das minorias e da diversidade lingüística e cultural, a língua internacional Esperanto tem recebido atenção redobrada de pessoas influentes. Organizações não-governamentais e coalizões têm pressionado para que se coloque a questão da língua internacional nas pautas das Nações Unidas e da União Européia. Em julho de 1996, o Simpósio Nitobe de Organizações Internacionais reuniu em Praga, República Tcheca, um grupo de especialistas independentes que examinou a situação do Esperanto naquele momento e propôs sua inclusão nos debates atuais sobre direitos e política lingüística. O Manifesto de Praga, uma reafirmação moderna dos valores e objetivos que dão vida ao movimento em favor do Esperanto, enfatiza a democracia lingüística e a preservação da diversidade lingüística."





(fonte e mais informações: Universala Esperanto-Asocio www.UEA.org)


Aprender esperanto

Com uma aprendizagem extramamente fácil, os interessados rapidamente começarão a entender e a expressar-se nesta lingua. Cursos online grátis:
www.cursodeesperanto.com.br
www.lernu.net
http://esperanto-panorama.net/portugala/pakajhoj.htm

Portal de notícias em Esperanto
www.gxangalo.com

Saber mais:
www.kke.org.br
www.esperanto.net
http://en.wikipedia.org/wiki/Esperanto






Terça-feira, Maio 02, 2006

A beleza de uma planta selvagem



















A beleza bruta é muitas vezes desprezada, sendo talvez a mais bonita das artes

Kumba

Segunda-feira, Maio 01, 2006

Economia Feudal

Modo de produção feudal próprio do Ocidente europeu, tinha por base a economia agrária, de escassa circulação monetária, auto-suficiente. A propriedade feudal pertencia a uma camada privilegiada, composta pelos senhores feudais, altos dignitários da Igreja (o clero) e longínquos descendentes dos chefes tribais germânicos.
As estimativas de renda per capita da europa feudal colocam-na num nível muito próximo ao minímo de subsistência.
A principal unidade económica de produção era o feudo, que se dividia em três partes distintas: a propriedade individual do senhor, chamada manso senhorial ou domínio, no interior da qual se eregia um castelo fortificado; o manso servil, que correspondia à porção de terras arrendadas aos camponeses e era dividido em lotes denominados tenências; e ainda o manso comunal, constituído por terras coletivas – pastos e bosques - , usadas tanto pelo senhor quanto pelos servos.
Devido ao caráter expropriador do sistema feudal, o servo não se sentia estimulado a aumentar a produção com inovações tecnológicas – porém não para si, mas para o senhor. Por isso, o desenvolvimento técnico foi pequeno, limitando aumentos de produtividade. A principal técnica adoptada foi a agricultura dos três campos, que evitava o esgotamento do solo, mantendo a fertilidade da terra.
Para o economista anarco-capitalista Hans Herman Hoppe, como os feudos são supostamente propriedade do Estado (neste caso, representado pelos senhores feudais), feudalismo é, consequentemente, considerado por ele como sendo uma forma de socialismo, o socialismo aristocrático.

(fonte: Wikipedia)

Montesquieu

Achei estas visões interessantes, embora outras visões de "Charles-Louis de Secondat, Baron de La Brède et de Montesquieu (January 18, 1689February 10, 1755)" não se coadunem, quanto a mim, com a realidade actual.

"One of his more exotic ideas, outlined in The Spirit of the Laws and hinted at in Persian Letters, is the climate theory, which holds that climate should substantially influence the nature of man and his society. He even goes so far as to assert that certain climates are superior to others, the temperate climate of France being the best of possible climates. His view is that people living in hot countries are "too hot-tempered," while those in northern countries are "icy" or "stiff." The climate in middle Europe thus breeds the best people. (This view is possibly influenced by similar statements in Germania by Tacitus, one of Montesquieu's favourite authors.)"

"It was Montesquieu's philosophy that "government should be set up so that no man need be afraid of another" that prompted the creators of the Constitution to divide the U.S. government into three separate branches."

Montesquieu era também um Liberal

(fonte: wikipedia)

Sábado, Abril 15, 2006

Raul Seixas - Metamorfose Ambulante

Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

É chato chegar a um objetivo num instante
Eu quero viver essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou
Hoje eu sou estrela amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

Eu vou lhes dizer aquilo tudo que eu lhes disse antes
Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

"A Ciência afasta os trovões da nossa vida"

Ciência (do Latim scientia - sabedoria) refere-se ao sistema para adquirir conhecimento – baseada no estudo empírico, experimentação e numa metodologia. O termo ciência também é associado ao conhecimento organizado pelos humanos através da investigação.

(Continuando em inglês,)

Most scientists maintain that scientific investigation must adhere to the scientific method, a process for evaluating empirical knowledge under the working assumption of methodological materialism, which explains observable events in nature as a result of natural causes, rejecting supernatural notions. Less formally, the word science often describes any systematic field of study or the knowledge gained from it. Particular specialized studies that make use of empirical methods are often referred to as sciences as well.

Certain aspects of mathematics are indispensable for the formation of hypotheses, theories and laws in discovering and describing how things work (natural sciences) and how people think and act (social sciences).

Hipótese -> Teoria -> Lei

The terms model, hypothesis, theory, and law have different, more specific meanings in science than in colloquial speech. Scientists use model to refer to a description of something, specifically one which can be used to make predictions that can be tested by experiment or observation. A hypothesis is a contention that has been neither well supported nor ruled out by experiment yet. A theory, in the context of science, is a logically self-consistent model or framework for describing the behavior of a certain natural phenomena. A physical law or law of nature is a scientific generalization based on a sufficiently large number of empirical observations that it is taken as fully verified.

Scientists never claim absolute knowledge. Unlike a mathematical proof, a proven scientific theory is always open to falsification, if new evidence is presented. Even the most basic and fundamental theories may turn out to be imperfect if new observations are inconsistent with them. Critical to this process is making every relevant aspect of research publicly available, which permits peer review of published results, and also allows ongoing review and repeating of experiments and observations by multiple researchers operating independently of one another. Only by fulfilling these expectations can it be determined how reliable the experimental results are for potential use by others.

(fonte: wikipedia)

Sexta-feira, Abril 14, 2006

Dentro do meu bolso

Quarta-feira, Abril 12, 2006

Dentro da periferia de nenhum centro

Uma periferia de vários centros. Serei?
Giro À volta dos centros que me são importantes, que me exercem um poder atractivo. A minha órbita faz-se contornando aqueles que amo e que quero perto de mim. Mas esta periferia não tem centro, aproximo-me de vários centros, sabendo que como periferia, sou regido pelo meu interior periférico, aproximando e afastando-me. Desenho contornos periferizando aquilo que tomo como minha imagem, como meu ídolo, como aquilo em que eu procuro ser espelho. Sou a periferia do que vejo e do que quero ser. Estou sempre interiorizado, sou egoísta para com os centros, pois acima de tudo, eu como periferia, sou o centro.
Estou dentro da periferia de nenhum centro

A vida para viver

"Não ter vários anos de vida, mas ter vida nos anos."

Fui influenciado. Fui levado a pensar, a repensar a vida. Uma pessoa que me é próxima explicou-me o sentido da vida, e eu concordei.
Viver realmente a vida. Vivê-la ao limite. Saborear o mais pequeno momento, a mais pequena coisa, e igualá-los às grandes mudanças da vida. Tudo é importante.
Nós somos tudo, estamos em tudo, e esse é o nosso Deus. O Deus das pequenas coisas, das grandes e de tudo. Nós somos Deus pois tudo é energia e tudo é tão incompreensível que só assim o podemos entender.
A vida é feita para realmente a viver. Ao limite, mas respeitando-a, sabendo vivê-la. De uma forma saudável, reflectida e criticada.
Porque a felicidade está em tudo e a felicidade é tudo, só temos de a pôr em prática. Não a podemos deixar passar ao lado. Não podemos perder tempo. A vida é curta para discussões, a vida é curta para tristezas, a vida é curta para quem não lhe tem paciência. A vida curta é boa quando realmente a sabemos viver, quando damos valor ao tempo.
Não "carpe diem", mas "carpe vida". Pensar uma vida como um todo, como a maior responsabilidade e dádiva que temos, para a aplicar e saber oferecer e partilhar.
Quero uma vida a aprender. Quero uma vida sem parar. Uma vida com tempo para parar para pensar, e aprender.
O gosto de viver, e a vontade de continuar a ser. Não puxando as possibilidades ao limite, mas criando sempre mais possibilidades, e sabendo sustentá-las.
A vida corre, não pára, não a consigo parar. É por isso que a vivo enquanto corre, é por isso que sou feliz a cada momento, a cada instante, a cada pequeno detalhe e a cada cumplicidade.

Terça-feira, Abril 04, 2006

Bologna




Centro nevrálgico de Itália, Bologna, ou Bolonha em português, é um município com 374.425 habitantes, capital de provincia e da região chamada Emilia-Romagna.



Antiquíssima cidade universitária, é ainda hoje a meta para muitos estudantes que conferem uma riqueza cultural, de novas ideias e alternativas, invejável por muitas cidades do mundo. Famosa também pelas suas duas torres e suas pórticos-arcadas (mais de 38 Km só no centro histórico, única cidade no mundo com o centro histórico inteiramente coberto por arcadas).



L'Alma mater studiorum - Universidade de Bologna é considerada a universidade mais antiga do mundo ocidental. A data da sua fundação foi fixada em 1088.
Actualmente conta com mais de 100.000 estudantes (que em 400.000 habitantes é um número considerável) e 23 faculdades. A vida da cidade e da universidade estão intimamente ligadas desde o tempo medieval, merecendo assim esta cidade o nome de Bologna la dotta (a dotada).

Site Universidade Bolonha: www.unibo.it



(fonte: wikipedia)
Mais:
http://it.wikipedia.org/wiki/Bologna

Lavagem cerebral

"Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds"
B.M.

Entenda-se lavagem não como apagar tudo e começar a gravar de novo, mas como uma forma de filtrar aquilo que para nós está certo, não apenas assimilar todos os conceitos que a sociedade insiste em incutir.
Lavar o cérebro é pensar por si, é decidir o que é o bem, é ouvir pessoas e mundos e chegar a uma só conclusão. A minha conclusão, a tua conclusão. Nunca a nossa conclusão.
Mesmo que não concordem com o que digo, para mim serviu a mensagem, filtraram a informação que vos foi (im/)posta.

Como diz a canção, libertemo-nos da escravidão mental, e olhemos para a mais simples e inofensiva flôr com um ar crítico, e só depois a devemos aceitar (ou não), tal e qual ela seja. Só nós podemos fazer este trabalho, e a escravidão mental é a preguiça de não o fazer.

Não tentemos mudar os outros, mudemos sim, a forma de os olhar. Cada um é senhor de si, e "none but ourselves can free our minds".

Solidão

É inegável que o ser humano é um ser social. Nem sempre esta socialidade significa bem convivência, podemos tanto gostar e amar como ferir e matar.
O que fazemos tem sempre em vista um agradar, nem que seja nós próprios, mas como o medimos? Até que ponto chegamos para sermos reconhecidos? Quão alto saltamos para prender a atenção de alguém?
Gostava de saber o resultado da experiência de deixar alguém numa ilha. De certo que se esforçaria por sobreviver. Mas mesmo tendo todas as condições básicas de sobrevivência, esforçar-se-ia ele para estudar, aprender e saber mais para seu usufruto próprio? A não ser que fosse para poder sair da ilha e voltar ao contacto com as outras pessoas, ele entraria numa espiral de pensamentos em que a sua própria mente o consumiria. Precisamos de fazer o que fazemos, sempre pensando em chegar a alguém. Até eu neste momento, se não quisesse que ninguém lesse, guardaria o que penso para mim e não me preocuparia em pô-lo por escrito.
Precisamos de viver sempre em comum, temos em vista sempre uma sociedade comum, mas na realidade, procuramos apenas o nosso bem. Procuramos dar-nos para receber um agradecimento. Vivemos sozinhos numa imensidão de pessoas... mas vivemos. E assim continuamos a viver, estebelecendo contacto e esperando sempre uma resposta.
Ser social que procura o bem global pensando em si próprio. Será então por isso que abandonamos os mais velhos e os deixamos cair na solidão e esquecimento? Porque não servem para o nosso bem? Certamente servirão, só que cada um é que tem de descobrir por si.

Segunda-feira, Abril 03, 2006

Mar do Cabo

 

Cabo Espichel Posted by Picasa

O sábio

 

No escuro, o sábio destaca-se Posted by Picasa

Domingo, Abril 02, 2006

way in

 

Lisboa Posted by Picasa

Sexta-feira, Março 31, 2006

À espera

 

Veneza Posted by Picasa

Sonhos de menino

 

Miami Posted by Picasa

Ler um livro

  Posted by Picasa

In the United States everything goes big

 

Miami Posted by Picasa

Paragem

 

Cabo Espichel Posted by Picasa

Um sonho

 

de café Posted by Picasa

Quinto Império?

 

Ou Quinto Mundo? Posted by Picasa

Portugal é o mundo?

Talvez, na cabeça daqueles que desconheçam que afinal o mundo é que gira e que, nós aqui, somos apenas uma pedra que vai e vem com as ondas maiores.
A verdade é que poderíamos agora ser um mundo no mundo, sim. Tivemos impérios, descobrimos continentes longínquos, colonizámos e cortámos mato, mas agora que poderíamos beneficiar destas nossas "internacionalizações", é quando estamos mais pequenos e fechados. Continuamos a olhar para dentro e a querer saber a vida do vizinho.

Temos que fazer uma redescoberta. Reinventar caminhos. Saltar para outros mundos e voltar apenas com o melhor. Pegar nas nossas qualidades e mostrar ao exterior. Saber chegar aos países que nos são mais próximos e criar pontes. Acreditar num país e não apenas seguir trâmites e modelos de desenvolvimento internacionais.

Neste caso somos uma periferia que se pensa central. Portugal com todo o orgulho, deve ser o centro dos portugueses, mas havendo na realidade uma periferia que nos rodeia. Temos sido sempre uma periferia dos outros países e, sabendo que este é um cenário impossível de mudar, temos de criar um centro apelativo, que servindo os outros centros, seja também realmente servido, reconhecido e respeitado.

Reflectindo

  Posted by Picasa

Quinta-feira, Março 30, 2006

Manifestação

Protest

Protest expresses relatively overt reaction to events or situations: sometimes in favor, though more often opposed. Protesters may organize a protest as a way of publicly and forcefully making their opinions heard in an attempt to influence public opinion or government policy, or may undertake direct action to attempt to directly enact desired changes themselves.

Self-expression can, in theory, in practice or in appearance, be restricted by governmental policy, economic circumstances, religious orthodoxy, social structures, or media monopoly. When such restrictions happen, grumbles or interior opposition may spill over into other areas such as culture, the streets or emigration.


(fonte: wikipedia)
(foto: The Economist, manifestações em frança “Nós teremos apenas aquilo que nós sabemos como ter”)

Falando de Revoluções...

Gil Scott-Heron - "Revolution Will Not Be Televised"


You will not be able to stay home, brother.
You will not be able to plug in, turn on and cop out.
You will not be able to lose yourself on skag and skip,
Skip out for beer during commercials,
Because the revolution will not be televised.

The revolution will not be televised.
The revolution will not be brought to you by Xerox
In 4 parts without commercial interruptions.
The revolution will not show you pictures of Nixon
blowing a bugle and leading a charge by John

Mitchell, General Abrams and Spiro Agnew to eat
hog maws confiscated from a Harlem sanctuary.
The revolution will not be televised.

The revolution will not be brought to you by the
Schaefer Award Theatre and will not star Natalie
Woods and Steve McQueen or Bullwinkle and Julia.
The revolution will not give your mouth sex appeal.
The revolution will not get rid of the nubs.
The revolution will not make you look five pounds
thinner, because the revolution will not be televised, Brother.

There will be no pictures of you and Willie May
pushing that shopping cart down the block on the dead run,
or trying to slide that color television into a stolen ambulance.
NBC will not be able predict the winner at 8:32
or report from 29 districts.
The revolution will not be televised.

There will be no pictures of pigs shooting down
brothers in the instant replay.
There will be no pictures of pigs shooting down
brothers in the instant replay.
There will be no pictures of Whitney Young being
run out of Harlem on a rail with a brand new process.
There will be no slow motion or still life of Roy
Wilkens strolling through Watts in a Red, Black and
Green liberation jumpsuit that he had been saving
For just the proper occasion.

Green Acres, The Beverly Hillbillies, and Hooterville
Junction will no longer be so damned relevant, and
women will not care if Dick finally gets down with
Jane on Search for Tomorrow because Black people
will be in the street looking for a brighter day.
The revolution will not be televised.

There will be no highlights on the eleven o'clock
news and no pictures of hairy armed women
liberationists and Jackie Onassis blowing her nose.
The theme song will not be written by Jim Webb,
Francis Scott Key, nor sung by Glen Campbell, Tom
Jones, Johnny Cash, Englebert Humperdink, or the Rare Earth.
The revolution will not be televised.

The revolution will not be right back after a message
bbout a white tornado, white lightning, or white people.
You will not have to worry about a dove in your
bedroom, a tiger in your tank, or the giant in your toilet bowl.
The revolution will not go better with Coke.
The revolution will not fight the germs that may cause bad breath.
The revolution will put you in the driver's seat.


The revolution will not be televised, will not be televised,
will not be televised, will not be televised.
The revolution will be no re-run brothers;
The revolution will be live.

Quarta-feira, Março 29, 2006

Livro

A arma do Aluno Posted by Picasa

Caneta

A arma do professor Posted by Picasa

Parece um Mar?

É o Alqueva Posted by Picasa

Ordem na desordem


Repitam muitas vezes a palavra "desordem". Posted by Picasa

Bora

Chamava-se Bora
 Posted by Picasa

Pensar e manifestar

Mais dois excertos letras do Gabriel o Pensador para ajudar a reflectir e... pensar

"Se liga aí"

Pensa!
O pensamento tem poder.
Mas não adianta só pensar.
Você também tem que dizer!
Diz!
Porque as palavras têm poder.
Mas não adianta só dizer.
Você também tem que fazer!
Faz!
Porque você só vai saber se o final vai ser feliz depois que tudo acontecer.
E depois a gente pensa.
E depois a gente diz.
E depois a gente faz... o que tiver que fazer!
O que tiver que fazer!

"Até quando?"

Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.
A gente muda o mundo na mudança da mente.
E quando a mente muda a gente anda pra frente.
E quando a gente manda ninguém manda na gente.
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura.
Na mudança de postura a gente fica mais seguro, na mudança do presente a gente molda o futuro!
Até quando você vai ficar levando porrada, até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai ficar de saco de pancada?
Até quando você vai levando?

Get Up, Stand Up

Stand up for your rights...

Será que é isso que realmente estão a fazer os estudantes em França?
Ou será que os franceses só sabem mudar com revoluções?

Lutar pelos direitos sim, mas com razão! Os estudantes franceses não vêem que os novos contratos de trabalho (CPE)são melhores para todos, sobretudo para eles.

Nostalgia de um Maio de 1968?

Antes de agir é preciso pensar. E não apenas seguir grupos políticos que só procuram a desestabilizar.

Peña de Francia

 

Castilla y Leon Posted by Picasa

Luz

  Posted by Picasa

Terça-feira, Março 28, 2006


O adamastor? Posted by Picasa

Barcelona Posted by Picasa

Lisboa Posted by Picasa

França

Capital: Paris
População: 63 604 551 habitantes

Presidente da Républica: Jacques Chirac
Primeiro Ministro: Dominique de Villepin
Ministro do Interior: Nicolas Sarkozy

Segunda-feira, Março 27, 2006

triciclo

Memória, definição 1

A memória humana é a capacidade mental de reter, recuperar, armazenar e evocar informações disponíveis seja internamente (cérebro), seja externamente (dispositivos artificiais).

A memória focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas idéias, ajudando a tomar decisões diárias.

Os psicólogos e neurologistas distinguem memória declarativa de memória não-declarativa (ou memória procedural). A grosso modo, a memória declarativa armazena o saber que algo se deu, e a memória não-declarativa o como isto se deu.

De maneira geral, filósofos, psicólogos, sociólogos e antropólogos tendem a ocupar-se da memória declarativa, enquanto neurobiólogos tendem a se ocupar da memória procedural.

Memória, é a base de todo o Saber. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. "É ela que dá significado ao quotidiano e nos permite acumular experiências para utilizar durante toda a vida".



(fonte: Wikipedia)

Lembrar a memória

Na memória os sentimentos são exacerbados. Uma boa memória, algo que nos profundamente marcou pela forma como nos deixou feliz, com o passar do tempo fica como que um marco cronológico, como que um pico ou um ponto onde se, se a pessoa pudesse, voltaria (como nos jogos de video) para voltar a ser feliz. Numa memória feliz, o dedo do pé que lhe doía, as contas que estavam por pagar, o carro que estava sem gasolina - refiro-me áqueles problemas que não são centrais na altura, mas que por mais que não queiramos estão sempre no subconsciente - ao relembrar, esquecemo-los. Ou melhor, ficaram deixados no tempo. E ainda bem, de outra forma não teríamos memórias "perfeitas" ou realmente memoráveis, a mente transbordaria de informação e os saudosistas não poderiam ser felizes.
Uma boa memória faz bem, mas não podemos viver constantemente nutridos por algo que enche mas não alimenta. Assim como não podemos viver esperando a felicidade chegar (sobre isto da Felicidade haverá muito para falar).
Na mesma discussão mas do lado das más memórias, aquelas que preferiríamos que não existissem, mas que pela força do seu impacto ou pela forma como nos sulcaram a memória, estão presentes e ditam o nosso agir diáriamente. Normalmente, ou pouco se faz para sarar a ferida ou mesmo que já cicatrizada, é visível para não nos deixar caír no mesmo erro. Uma má memória pode levar ao desespero. Como um trauma de infância ou uma experiência mal aceite.

Voltando ás boas memórias, critico um exemplo (que talvez não seja o ideal para a discussão): Quando uma pessoa morre, torna-se sempre uma boa memória e é sempre relembrado esquecendo todos os seus defeitos, principalmente aqui no nosso rectângulo que é Portugal. Um toni qualquer, que por acaso só fez merda enquanto era vivo e que poucos amigos tinha, depois de morrer, "-Coitadinho, tinha azar." e "-As pessoas É QUE não compreendiam a sua beleza."

A mente é um centro quando manipuladora, e uma periferia quando manipulada. As memórias manipulam-nos, moldam-nos os juízos e repercutem-se nos nossos actos. O perigo é quando algo nos manipula a memória, detorpando-a ou fazendo-nos relembrar apenas as partes boas, ou más!

Encontro um bom exemplo para a discussão: A Ditadura
Quem esteve bem e viveu na abundânciasem problemas durante os anos do Salazarismo em Portugal, diz que o Sr. Ditador era um homem brilhante e que nesse tempo "é que era bom"; quem sofreu na pele, faz tudo para aletar as pessoas para o perigo de um regime de tal espécie e rege a sua vida com o trauma da falta de liberdade (e a verdade é que nos últimos anos Portugal nunca esteve tão bem economicamente como nesse período).

CHÃO


à Portuguesa

Multidão

Multidão: "mil reflexos que nascem em cada singularidade" António Negri

ou seja, mil espelhos diferentes de uma só pessoa. Somos todos iguais, só nascemos em lugares diferentes e interpretamos a cultura da sociedade diferentemente. Um Muçulmano pode ser machista, fanático religioso, assassino... Não está certo. Mas ele é igual a mim. Então quem disse que eu é que estou certo?

Bruce Chatwin

No seu livro sobre a Patagónia ("in Patagonia"), este escritor-viajante escreveu:

"Viajar não só alarga a mente, também lhe dá forma"
B.C.

Não sou adepto de viajar para Resorts Turísticos num sitio distante e nem sequer sair do hotel. Para mim isso são férias, como se poderiam fazer no Algarve. Viajar é conhecer, e mais que isso, formarmo-nos como pessoa.

Domingo, Março 26, 2006

Aprender com um centro periférico

A Ilha da Páscoa


Situada no Oceano pacífico e pertencendo ao Chile, a Ilha da Páscoa é um resumo da história mundial, quer em termos temporais, sociais, ecológicos ou económicos em apenas 163.6 km² de solo vulcânico (Portugal tem 92391 km²!) rodeados por água.
É hoje em dia a ilha mais isolada e desabitada do mundo e é famosa pelas suas estátuas de pedra, chamadas Moai, colocadas em toda a linha costeira desta ilha.



Vou tentar contar muito resumidamente a história desta ilha e tirar algumas conclusões.


A lenda diz que entre 300 e 1200 D.C. (não se sabe precisar) o chefe Hotu Matu'a chegou à ilha em duas grandes canoas com a sua família. Estes encontraram uma ilha luxuosa, cheia de grandes palmeiras e a flora que levavam consigo prosperou na ilha, o que fez com que a população crescesse e prosperasse, esta chegou a atingir 8000 habitantes.
Formaram-se diferentes clãs em várias partes da ilha, porém havia algo que os continuava a ligar, a construção de estátuas.

Ao contrário do que se pensou ao início, da origem alienígena das estátuas, estas atestavam a força de cada clã, no final de cada ano, quem construísse as estátuas mais imponentes, assumiria como que o controlo administrativo da ilha.
As estátuas eram esculpidas a partir da rocha vulcânica e chegavam a pesar mais de 5 toneladas. O transporte era feito deixando-as rolar sobre troncos das palmeiras que eram abundantes na ilha. Não só depois de serem esculpidas, mas eram também transportadas dentro da ilha para comemorações, o que levava a um grande esforço não só humano mas como um desgaste elevado da flora da ilha.

Os insulares mesmo após terem tomado consciência da falta de extensão verde no terreno, confiavam o problema para os seus sucessores, continuando a exploração desenfreada da ilha com vista a terem sempre mais, maiores e mais bonitas estátuas no seu clã - Onde é que já vimos isto?-. O resultado era de esperar. Os solos esgotaram-se, a vegetação não voltou a crescer, a população começou a decrescer atingingo as poucas centenas.

Para além da interpretação ecológica podem-se tirar várias conclusões desta Lição que teimamos em não ouvir.
O que levou ao desgaste e à situação ecológica insustentável e irreversível foram razões humanas, foram ambições que não olharam a consequências. Competição (que eu mesmo concordando que esta seja boa para a saúde de uma economia ou melhoria de qualidade ou de esforços colectivos) foi infundada e sem razão de ser. Em vez de ser ser melhor para todos, revelou-se um estragulamento global.

Temo-nos esquecido dos nossos maiores problemas em detrimento de discussões políticas (esquerda-direita), desportivas (futebolísticas) , com quem se parece o filho do Manel da esquina que por aparecer numa revista cor-de-rosa e que já é importante, qual é a opção sexual do zizi, quem ganhou o Euro-Milhões, quem namora com quem... e outras que não implicam o fim de uma civilização. E entramos em estagnação, como num grande pântano, olhando para programas televisivos que nos cortam o saber crítico e nos moldam a estilos que, se questionados, não têm para nada explicação.
Mesmo se olharmos para fora do nosso rectângulo, preocupamo-nos com guerras infundadas, não usamos combustíveis alternativos e preferimos ter um lindo móvel de madeira maciça na sala do que a Amazónio a nos continuar a dar (sem exigir contrapartidas, apenas que não a destruamos) o oxigénio para vivermos.

Penso que esta seja uma história muito importante para todos nós. Se nos consideramos de dizemo-nos inteligentes, não caiamos no erro de caír mais uma, duas, três, mil vezes no mesmo problema até que um dia não haja mais hipóteses.

Sábado, Março 25, 2006

Conhecem o Cabo Horn?


Cabo Horn é o ponto mais meridional da América do Sul. Encontra-se na Terra do Fogo, na porção pertencente ao Chile. Dos grandes cabos, é o que se encontra mais ao sul e compõe a parte norte do Estreito de Drake. Até a abertura do Canal do Panamá era passagem obrigatória da rota dos navios que viajavam ao redor do globo, indo para a costa oeste dos Estados Unidos, China, India e toda a Ásia. As condições de navegação ao redor do cabo costumam ser particularmente severas, com fortes ventos, constituindo um marco para navegantes de todos os tipos, até nos dias atuais.
(fonte: Wikipedia)

Saudade

O óptimo mau estar

O valor de uma vida

Jovanotti, cantor italiano (aquele do "L'ombelico del mondo"), considero-o O Pensador italiano. Crítico, inteligente, com bons beats trazidos de todo o mundo. As letras mesmo tendo uma "lição" não se tornam chatas ou banais, nem mesmo as canções de amor. Temas actuais mas aplicáveis a qualquer época.



Jovanotti - La vita vale

Cosa succede che succede in giro
chi vede bianco chi vede nero
chi resta in casa chi se ne va in strada
che cosa conta che cosa è vero?
mi han detto che per tenere alti i consumi
è necessario far morire i fiumi
ho letto che le marche dei diamanti
han provocato guerre devastanti
che il succo d'ananas è insanguinato
ed il caffè ha un gusto assai salato
che c'è chi vive nella povertà
fabbricando simboli di povertà

che un brevetto di una medicina

vale più della vita di una bambina
(=Disseram-me que uma patente de um remédio
vale mais que a vidade de uma menina)

posso capire che così si salvaguarda il lavoro
vorrei vedere fosse figlia loro
la conoscenza e la tecnologia
a molte strade hanno aperto la via

il commercio è uno strumento di libertà
ma nel rispetto dei diritti e della dignità

(= O comércio é um instrumento de liberdade
mas apenas no respeito dos direitos e da dignidade)

della diversità e dell'ambiente
allora forza venite gente
che le speranze non si sono spente
allora forza venite gente

noi dobbiamo convincerli che la vita vale
una vita soltanto più di una multinazionale
noi dobbiamo convincerli che la strada buona
è il rispetto totale dei diritti di una persona

ho saputo che molte banche
coi risparmi delle persone
ci finanziano l'industria bellica
il narcotraffico e la distruzione
cosa devo fare mammà
cosa devo fare mammà
vi prego signori che state a sentire
voi che avete il denaro voi che avete il potere
voi che avete l'accesso che guidate il progresso
voi che state pensando "chi cazzo è questo fesso?"
che fabbricate e vendete prodotti scaduti
che i vostri figli li mandate nei migliori istituti
che inquinate le anime le strade le acque ed i prati
e i vostri giardini sono tutti curati
certe volte io mi sento male
ma le speranze non si sono spente
allora forza venite gente

noi dobbiamo convincerli che la vita vale
una vita soltanto più di una multinazionale
noi dobbiamo convincerli che la strada buona
è il rispetto totale dei diritti di una persona

(=Nós devemos convencê-los que a vida vale,
uma vida é muito mais que uma multinacional,
nós devemos convencê-los que o bom caminho
é o total respeito dos direitos de uma pessoa);
(ver Declaração dos Direitos Humanos mais acima)

Jovanotti

Português

Português Língua Falada
Dêmos valor à nossa língua, orgulhemo-nos de a falar e procuremos de saber sempre mais e de a articular melhor.


Native Name
Português

Total Speakers
182,000,000 (1995)

Usage by Country

Official Language: (Europe) Portugal, (Africa) Angola, Cape Verde, Guinea Bissau, Mozambique, Sao Tomé et Principe, (Asia) Macao, (Central and South America) Brazil

Background
It belongs to the Indo-European family, Romance group, and is spoken by over 10 million people in Portugal, and over 190 million in all countries where Portuguese is the official language. As a language, it developed in northern Portugal (Lusitania) from the Latin language and "Galego", the language spoken in Galicia. Like Spanish, which it closely parallels in its grammar, it contains a large number of words of Arabic origin, as well as French and Greek origin. The language entered its modern phase in the 16th century, when the first grammar defined Portuguese morphology and syntax. When Luis de Camoes wrote "Os Lusiadas", in 1572, the language was already close to its current structure of phrases and morphology. From then on linguistic changes have been minor. Portuguese ranks 8th among the most spoken languages in the world. Of course, in the vast non-contiguous areas of the world where Portuguese is spoken there are differences and variations in terms of pronunciation, grammar and vocabulary. However these differences are not such as to challenge the basic structure of the language, which continues to maintain considerable cohesion among its many variations. In July, 1996, the Community of the Portuguese Speaking Countries, dubbed CPLP (A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), was established by seven countries. CPLP aims at the solidarity of the Portuguese-speaking countries and the promotion of Portuguese in the international arena.

United Nations

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo 1°
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 2°
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Artigo 3°
Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 4°
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.

Artigo 5°
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Artigo 6°
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento, em todos os lugares, da sua personalidade jurídica.

Artigo 7°
Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo 8°
Toda a pessoa direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

Artigo 9°
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo 10°
Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.

Artigo 11°
Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.

Artigo 12°
Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.

Artigo 13°
Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.

Artigo 14°
Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.
Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 15°
Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo 16°
A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.
O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.
A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado.

Artigo 17°
Toda a pessoa, individual ou colectiva, tem direito à propriedade.
Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.

Artigo 18°
Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.

Artigo 19°
Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão.

Artigo 20°
Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo 21°
Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios, públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.
Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país.
A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos: e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.

Artigo 22°
Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.

Artigo 23°
Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses.

Artigo 24°
Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e as férias periódicas pagas.

Artigo 25°
Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma protecção social.

Artigo 26°
Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional dever ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.
A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.

Artigo 27°
Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.

Artigo 28°
Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciadas na presente Declaração.

Artigo 29°
O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
No exercício deste direito e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente e aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 30°
Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma actividade ou de praticar algum acto destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.

United Nations
Office of the high comissioner for Human Rights
http://www.unhchr.ch/udhr/lang/por.htm

Já repararam que...

A palavra "flor" não tem cheiro?

Lição de ética


Uma letra do Gabriel o Pensador, que pode muito bem ser adaptada ao caso Português.

É para prestar atenção.

Lavagem Cerebral

"Racismo preconceito e discriminação em geral
É uma burrice coletiva sem explicação
Afinal que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
Mas demonstra claramente e infelizmente
Preconceitos mil
De naturezas diferentes
Mostrando que essa gente
Essa gente do Brasil é muito burra
E não enxerga um palmo a sua frente
Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
Eliminando da mente todo o preconceito
E não agindo com a burrice estampada no peito
A "elite" que devia dar um bom exemplo
É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
Num complexo de superioridade infantil
Ou justificando um sistema de relação servil
E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
Não tem a união e não vê a solução da questão
Que por incrível que pareça está em nossas mãos
Só precisamos de uma reformulação geral
Uma espécie de lavagem cerebral.
Não seja um imbecil
Não seja um Paulo Francis
Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante
O quê que importa se ele é nordestino e você não?
O quê que importa se ele é preto e você é branco?
Aliás branco no Brasil é difícil porque no Brasil somos todos mestiços
Se você discorda então olhe pra trás
Olhe a nossa história
Os nossos ancestrais
O Brasil colonial não era igual a Portugal
A raiz do meu país era multi racial
Tinha Índio, Branco, Amarelo, Preto
Nascemos da mistura então porque o preconceito?
Barrigas cresceram, o tempo passou...
Nasceram os brasileiros cada um com a sua cor
Uns com a pele clara, outros mais escura
Mas todos viemos da mesma mistura
Então preste atenção nessa sua babaquice
Pois como eu já disse
Racismo é burrice
Dê a ignorância um ponto final:

Faça uma lavagem cerebral

Negro e nordestino constróem seu chão
Trabalhador da construção civil conhecido como peão
No Brasil o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou que lava o chão de uma delegacia
É revistado e humilhado por um guarda nojento que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro ao nordestino e a todos nós
Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói
O preconceito é uma coisa sem sentido
Tire a burrice do peito e me dê ouvidos
Me responda se você discriminaria
Um sujeito com a cara do PC Farias
Não você não faria isso não ...
Você aprendeu que o preto é ladrão
Muitos negros roubam mas muitos são roubados
E cuidado com esse branco aí parado do seu lado
Porque se ele passa fome
Sabe como é:
Ele rouba e mata um homem seja você ou seja o Pelé
Você e o Pelé morreriam igual
Então que morra o preconceito e viva a união racial
Quero ver nessa musica você aprender e fazer a lavagem cerebral

O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista é o que pensa que o racismo não existe
O pior cego é o que não quer ver
E o racismo está dentro de você
Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
E desde sempre não para pra pensar
Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
E de pai pra filho o racismo passa
Em forma de piadas que teriam bem mais graça
Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Transmitindo a discriminação desde a infância
E o que as crianças aprendem brincando
É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
Qualquer tipo de racismo não se justifica
Ninguém explica
Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
Todo mundo é racista mas não sabe a razão
Então eu digo meu irmão Seja do povão ou da "elite"
Não participe
Pois como eu já disse
Racismo é burrice
Como eu já disse
Racismo é burrice

E se você é mais um burro
Não me leve a mal
É hora de fazer uma lavagem cerebral
Mas isso é compromisso seu
Eu nem vou me meter
Quem vai lavar a sua mente não sou eu
É você."

Gabriel O Pensador

Os nossos espaços temporários

Tenho um especial fascínio (não compreendendo ao mesmo tempo o seu significado) pelos espaços ocupados temporariamente. Passo a explicar. Lugares que estamos pouco tempo, que os tomamos como nossos e que no momento seguinte deixam de o ser e essa propriedade passa para outro. Tomo como exemplo um lugar sentado no comboio, em que nos sentamos, desarrumamos a mesa com as nossas coisas, lemos e dormimos, comemos e ocupamos espaço, levantamo-nos mas continuamos a saber que ali é nosso, para depois, quando acaba a viagem, deixamos de ter propriedade e volta a ser ocupado por outra pessoa. O lugar para uma tenda num parque, uma mesa de restaurante, um quarto de hotel, um lugar numa sala de aula ou no emprego, um espaço na praia e até uma casa alugada.
A capacidade nómada que o ser humano tem de se adaptar a espaços, tomá-los como dele, para pouco tempo depois os abandonar dando lugar a outro.

Ocupamos espaço. Estamos no mundo a ocupar um espaço, para depois de morrer, outro tomar o nosso lugar. A efemeridade da propriedade no tempo. No curto tempo de vida.

A preocupação nossa de definir fronteiras e regras próprias, viver à nossa vontade, procurando um conforto, para depois o abandonarmos. O homem é capaz de matar pelo espaço. É capaz de definir espaços próprios para povos passando por cima de outros povos. Se somos nómadas porque não a adaptação? Porque não a coexistência? Porquê o sentido de privar espaços? Porque há bombas num centro religioso que é Jerusalém?

Periferia, definição 3

Centro / Periferia

Centros y Periferias en el mundo

La metáfora geométrica del centro y la periferia se usa frecuentemente para describir la oposición entre los dos tipos fundamentales de lugares en un sistema espacial: el que lo domina y saca provecho de esto, el centro, y los que lo sufren, en posición periférica. Esta pareja conceptual se remonta por lo menos a Werner Sombart (Der moderne Kapitalismus, 1902), si no es a Marx (las relaciones ciudad/campo) y fue utilizada por los teóricos del imperialismo (Rosa Luxemburg, Boukharine), pero los economistas de las desigualdades de desarrollo son los que le dieron su forma contemporánea (Samir Amin, Le développement inégal, 1973). Alain Reynaud desarrolló la noción en geografía (Société, espace et justice, 1981).

Luego, se es riguroso al no utilizar este vocabulario en el sentido corriente, el cual se emplea particularmente en la vida urbana cotidiana para distinguir lo que está en el medio de lo que está en el exterior. En particular hay que desconfiar de las representaciones en aureolas encajadas que pueden designar tanto simples discretizaciones (aureolas de densidades crecientes o decrecientes), etapas sucesivas (anillos de crecimiento urbano, por ejemplo), reparticiones de fenómenos de naturalezas diferentes según un parámetro de distancia (anillos de Thünen), como una oposición entre lugares dominantes y dominados.

El concepto puede ser empleado en todos los niveles de la escala geográfica (centro y periferia dentro de los límites de un pueblo, de una ciudad, de una región, etc.). Pero ha tenido éxito particularmente a nivel mundial, como equivalente de las parejas mundo desarrollado/mundo subdesarrollado, o Norte/Sur. Hablar de centro/Periferia permite una descripción de la oposición de los lugares, pero sobre todo posibilita proponer un modelo explicativo de esta diferenciación: la periferia está subordinada porque el centro es dominante -y recíprocamente-. Este concepto ha sido utilizado en consecuencia sobre todo en las reflexiones tercermundistas, más o menos como instrumento de mala conciencia para los habitantes de los países occidentales. Pensar en términos de centro(s) y de periferia(s) permite una reflexión sobre la interacción espacial entre los lugares del mundo: los lazos de dependencia recíproca donde las desigualdades son la regla, pero que no funcionan en un sentido único.

Para que la pareja tenga sentido, es necesario que existan relaciones entre los dos tipos de lugares, es decir flujos (de personas, de mercaderías, de capitales, de informaciones, de decisión,...), y que estas relaciones sean disimétricas (saldo desequilibrado de flujos, jerarquía de las relaciones de poder...). El centro es central justamente porque saca provecho de esta desigualdad y, recíprocamente, la o las periferia(s) se caracteriza(n) por un déficit que mantiene su posición de dominada(s). El sistema descrito de este modo es autorregulado: el centro reproduce las condiciones de su centralidad y recíprocamente para la periferia. Hablar de periferia dominada es, pues, un pleonasmo. Sin embargo, justamente porque está fundado sobre una lógica de intercambio (desigual), el sistema es dinámico. Si ciertas periferias pueden volverse ángulos muertos (éstas son denominadas por ello abandonadas), otras pueden beneficiarse con su situación (ventaja a término en el tamaño más grande, en la posición de contacto con el exterior del sistema espacial...); esto puede implicar inversiones de polaridad en una lógica que permanece globalmente idéntica, o bien cambios de sistemas.

El modelo centro/periferia tiene en consecuencia una robusta capacidad heurística, con la condición de no trivializarlo excesivamente. Conviene reservar su uso para la formalización de todo sistema fundado sobre las relaciones de desigualdad y no utilizarlo como simple descripción de gradiente o diferenciación espaciales.
Ver tambien: modelos

http://hypergeo.free.fr/article.php3?id_article=176

Sexta-feira, Março 24, 2006

Periferia, definição 2

pe·riph·er·y (pə-rĭf'ə-rē)
n., pl. -ies.

A line that forms the boundary of an area; a perimeter. See synonyms at circumference.
The surface of a solid.
The outermost part or region within a precise boundary.
A zone constituting an imprecise boundary.

[Middle English periferie, from Medieval Latin periferia, from Late Latin peripherīa, from Greek periphereia, from peripherēs, carrying around : peri-, peri- + pherein, to carry.]

The American Heritage® Dictionary of the English Language, Fourth Edition Copyright © 2004, 2000 by Houghton Mifflin Company

Periferia, definição 1

"A periferia é o centro. Porque o outro centro, aquele das avenidas e dos engravatados, pobre chega de cabeça baixa. Na comunidade ninguém anda de cabeça baixa. Só aquele que se perdeu na bebida depois de anos desempregado. Mas também para ele pobre tem comida e entrega num prato. Pobre se organiza, faz rifa e compra berço e mantimentos para a menina que foi estuprada mas não aborta porque é crente. Pobre se junta, faz mutirão para pintar a creche. Pobre só não sabe ainda que tem muitos direitos. Ainda não sabe e se depender da ‘cidadania’ não vai saber."

Marcelo Estraviz

Porque a periferia não tem centro

Somos todos a periferia de vários centros. Encontramo-nos e afastamo-nos. Somos e deixamos de ser. Vivemos, fazemos viver, somos para viver e deixamos de viver. O mundo gira à volta da nossa periferia. Mas nós somos o centro. E este centro é do contorno exterior. O próprio Globo é uma periferia d'um centro que não se sabe central ou exterior. O tão falado mundo ocidental não é o centro, é periferia. Os mundos periféricos não são centrais, mas também não podem ser periféricos de um mundo que não é centro. Somos todos periferias, estamos todos em periferias, à volta de vários nenhuns centros.